Uma história de lutas e conquistas
O SINPAF foi fundado em 1989, para representar os trabalhadores das instituições de pesquisa e desenvolvimento agropecuário do Brasil, como Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Instituições de Pesquisa Agropecuária e Florestal. O primeiro Congresso Nacional aconteceu em 2 de junho de 1989, em Brasília, quando foi elaborado o Estatuto e eleita uma Diretoria provisória, que permaneceu até abril de 1990, quando realizou-se a primeira eleição para a Diretoria Nacional .
Em 1996, no V Congresso Nacional, o SINPAF mudou sua estratégia de definir as discussões, apresentando suas propostas por meio de teses. Passou a se denominar Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Instituições de Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário. A entidade tornou-se menos burocrática com a modificação do Estatuto, que possibilitou a entrada de outras categorias como o pessoal da área do desenvolvimento agropecuário, fomento e abastecimento, entre outros. Diante dessa mudança, houve também a filiação dos trabalhadores da Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco e Parnaíba - Codevasf. Atualmente o sindicato representa os trabalhadores da Embrapa, Codevasf, Pesagro, Fiperj e Emepa.
O SINPAF, como sindicato filiado à Central Única dos Trabalhadores (CUT), luta em defesa dos direitos da classe trabalhadora, pela reforma agrária e pelo reconhecimento e sobrevivência da pesquisa pública, do desenvolvimento agropecuário e de todo o sistema nacional de pesquisa agropecuária. Outras tantas lutas foram desenvolvidas pelo SINPAF, com o objetivo de garantir a melhoria de condições de trabalho e salários da categoria.
Desde sua fundação, as conquistas foram muitas: ganho do Plano Bresser, recuperação da curva salarial e do poder de compra da categoria, criação de planos de saúde nas empresas, tíquete-alimentação, adicional de titularidade etc. No campo político, destacamos o papel do sindicato na derrubada do artigo da Reforma Administrativa (PEC 20), que previa a extinção de empresas públicas dependentes do Tesouro Nacional. Outra ação de política externa determinante foi a manutenção, em 1998, dos aposentados como trabalhadores do quadro das empresas públicas.
Hoje, o SINPAF está consolidado como entidade plural e democrática, tornando-se um referencial pela conquista dos direitos de cidadania de sua categoria.
Em 1996, no V Congresso Nacional, o SINPAF mudou sua estratégia de definir as discussões, apresentando suas propostas por meio de teses. Passou a se denominar Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Instituições de Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário. A entidade tornou-se menos burocrática com a modificação do Estatuto, que possibilitou a entrada de outras categorias como o pessoal da área do desenvolvimento agropecuário, fomento e abastecimento, entre outros. Diante dessa mudança, houve também a filiação dos trabalhadores da Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco e Parnaíba - Codevasf. Atualmente o sindicato representa os trabalhadores da Embrapa, Codevasf, Pesagro, Fiperj e Emepa.
O SINPAF, como sindicato filiado à Central Única dos Trabalhadores (CUT), luta em defesa dos direitos da classe trabalhadora, pela reforma agrária e pelo reconhecimento e sobrevivência da pesquisa pública, do desenvolvimento agropecuário e de todo o sistema nacional de pesquisa agropecuária. Outras tantas lutas foram desenvolvidas pelo SINPAF, com o objetivo de garantir a melhoria de condições de trabalho e salários da categoria.
Desde sua fundação, as conquistas foram muitas: ganho do Plano Bresser, recuperação da curva salarial e do poder de compra da categoria, criação de planos de saúde nas empresas, tíquete-alimentação, adicional de titularidade etc. No campo político, destacamos o papel do sindicato na derrubada do artigo da Reforma Administrativa (PEC 20), que previa a extinção de empresas públicas dependentes do Tesouro Nacional. Outra ação de política externa determinante foi a manutenção, em 1998, dos aposentados como trabalhadores do quadro das empresas públicas.
Hoje, o SINPAF está consolidado como entidade plural e democrática, tornando-se um referencial pela conquista dos direitos de cidadania de sua categoria.
Estrutura organizacional
Instâncias deliberativas
Congresso a cada três anos; Plenária Nacional, anualmente (exceto quando há congresso); plenárias regionais anuais e assembléias das Sessões Sindicais periódicas.
um delegado eleito para cada 50 filiados ou fração superior a 25.
Plenária Nacional: um delegado por Seção Sindical
Plenária Nacional: um delegado por Seção Sindical
Auditoria Fiscal Nacional e Conselhos Fiscais nas Seções;
Instâncias Executivas/Diretoria Nacional
Presidente, Vice-presidente, Secretário Geral, Diretor Administrativo e Financeiro, Diretor de Divulgação e Imprensa, Diretor de Formação Sindical, Diretor de C&T, Diretor de Assuntos Institucionais, Diretor de Assuntos Sociais e Cidadania, Diretor de Assuntos Jurídicos, Diretor Regional Norte, Diretor Regional Sul,
Diretor Regional Centro-Oeste, Diretor Regional Nordeste, Diretor Regional Sudeste.
Instâncias Executivas/Diretoria Nacional
Presidente, Vice-presidente, Secretário Geral, Diretor Administrativo e Financeiro, Diretor de Divulgação e Imprensa, Diretor de Formação Sindical, Diretor de C&T, Diretor de Assuntos Institucionais, Diretor de Assuntos Sociais e Cidadania, Diretor de Assuntos Jurídicos, Diretor Regional Norte, Diretor Regional Sul,
Diretor Regional Centro-Oeste, Diretor Regional Nordeste, Diretor Regional Sudeste.
Diretoria das Seções Sindicais
Estrutura mínima: Presidente, Vice-presidente, Secretário-Geral, Diretor Financeiro e Diretor de Formação Sindical.










