Revisão do PCE: Embrapa se compromete a apresentar proposta de estrutura de carreiras e salários na próxima semana
O grupo de trabalho de revisão do Plano de Carreiras da Embrapa (PCE) já realizou cinco reuniões, que trataram basicamente da metodologia de negociação e apresentação das pautas da empresa e dos trabalhadores. Os representantes da empresa se comprometeram a entregar proposta de reestruturação das carreiras e da nova tabela salarial na próxima semana.
O grupo de trabalho (GT) responsável pela revisão do Plano de Carreiras da Embrapa (PCE) realizou, até o momento, cinco reuniões, que trataram basicamente da metodologia de negociação e apresentação das pautas da empresa e dos trabalhadores. Durante a negociação, a comissão da Embrapa se propôs a discutir o percentual de interstício linear de cerca de 3% entre os níveis salariais, proposto pelo sindicato, e a mudar a estrutura de carreiras (atualmente pesquisador, analista e assistentes) como forma de valorizar a ascensão do trabalhador. Os representantes da empresa se comprometeram a entregar essas propostas na próxima reunião, marcada para o dia 16/11, inclusive com sugestão de nova tabela salarial.
Elias Moura Reis, diretor Administrativo-Financeiro do sindicato e um dos membros do GT, afirma que essas informações serão disponibilizadas para a base, inclusive com as análises pertinentes. Mario Ângelo de Faria, diretor de Assuntos Jurídicos, que também compõe o GT, informa que todas as sugestões financeiras enviadas pelos filiados compõem a pauta apresentada à Embrapa (disponível para todos os filiados nas seções sindicais do SINPAF), lembrando que “a negociação demanda muita discussão técnica, pesquisas e articulação política”.
Os representantes do SINPAF ressaltam que os trabalhadores devem estar cientes de que o processo em curso visa a uma revisão, e não à construção de um novo plano. “Nossa intenção é conquistar o máximo de avanços contemplando os anseios da base. Por isso incluímos todas as sugestões que cabem num processo como esse. Até o momento, podemos destacar como positiva a disposição da empresa em discutir a recuperação da linearidade entre os níveis salariais, que passou a ser regressivo a partir de 2009, já que a tabela salarial implantada naquele ano e que vigora no momento determina um percentual menor a cada ano de trabalho. Outras sugestões, que se encaixam mais na negociação do acordo coletivo, serão negociadas nessa ocasião”, explica Mario Ângelo.
Proporcionalidade salarial
O SINPAF também defende que a proporcionalidade salarial entre as categorias deve ser considerada a partir do ponto de vista da base, ou seja, contemplando a elevação do salário-base, especialmente dos menores salários (assistentes), aproximando-os do salário mínimo nacional sugerido pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que é de cerca de R$ 2,5 mil.
Quanto aos valores para a nova tabela salarial, a comissão do SINPAF entende que todas as categorias devem ser beneficiadas, especialmente as que apresentam defasagem salarial em relação ao mercado de trabalho.
Documentos relativos à negociação
A comissão se reúne duas vezes por semana. Em dezembro, será avaliada a necessidade de prorrogação dos trabalhos. As atas disponíveis no site www.sinpaf.org.br, no menu lateral (PCE/PCS). Nessa mesma seção serão publicados todos os pareceres jurídicos e administrativos relativos às reivindicações.
Composição do GT
Representam os trabalhadores no GT o diretor de Assuntos Jurídicos do SINPAF, Mario Ângelo de Faria (assistente), e os diretores regionais Sudeste, Anderson Soares Pereira (pesquisador), e Centro-Oeste, Sergio Roque Lima (assistente). Os diretores Elias Moura Reis (administrativo-financeiro) e Geraldo dos Reis Pacheco (analista) participam como suplentes. A Embrapa está representada por Claudemir dos Santos Souza (DGP), Marina Mendes Gomes Pereira (DGP) e Marcelo Henrique dos Santos Soares (AJU).
Reeditada às 15h20 do dia 17/11/11 (cargos ocupados pelos membros do GT)



175 Comentários
Os discursos são importantes, seria interessantes os técnicos separarem às notícias e comentários por cores diferentes e datas, por exemplo todos os comentários do dia em azul, comentários do dia anterior verde.
Bom dia
Gostaria de saber se é possível que tenhamos informação sobre a proposta apresentada pela Embrapa na tarde de ontem. Mesmo que ela, a proposta, seja passível de negociação, gostaria de saber o que a Embrapa apresentou.
Atenciosamente
Ricardo
Ricardo, a reunião foi adiada para hoje. Leia a matéria: http://www.sinpaf.org.br/17/11/revisao-do-pce-grupo-de-trabalho-se-reunira-esta-tarde/
Após a reunião voces publicarão a proposta que a Embrapa fará??
Sim, Acioly, certamente divulgaremos, como em todas as outras negociações com as empresas.
Porque a ata da 5ª reunião não foi publicada visto que já está ocorrendo a sexta?
Ronaldo, a “Nota da Diretoria Nacional do SINPAF sobre o processo de negociação da revisão do Plano de Carreiras da Embrapa” explica porque as atas foram retiradas do site.
Qual o resultado da reunião de ontem?
Ricardo, a reunião foi adiada para hoje em virtude de problemas de saúde de um membro da comissão da empresa. Publicaremos nota daqui a pouco. Ah, foi remarcada para hoje à tarde.
Sou filiado ao Sinpaf desde a sua fundação e já acompanhei muitas transformações nesse período de mais de 30 anos. Ultimamente tenho sentido que o sindicato está longe de suas bases, tornando-se quase inoperante nas seções, conforme aconteceu com a nossa, em recente período.
Ao longo do tempo o PCE substituiu as antigas profissões por cargos que englobam de forma genérica as atribuições, responsabilidades e competências. Se por um lado enfeixa uma sequência de princípios e estratégias de novos paradigmas para a gestão de pessoas, por outro enfraquece e desarticula os grupos afins, diluindo-os em um mesmo grupo que envolve várias faixas de escolaridade e conhecimentos, para, por fim, restar tão somente um cargo sem identidade funcional.
No tocante aos reajustes, é necessário fazer uma análise mais aprofundada dos índices. O fato é que se for negado, os Analistas e Pesquisadores B serão duramente prejudicados, sem ouvidar a questão da irredutibilidade de salários que tem tratamento constitucional. Por outro lado, constatei que o reajuste pretendido para o cargo de chefe-geral, por exemplo, será de 39%, bem acima do razoável, na minha humilde opinião, diante dos parâmetros que atingem os dois cargos citados anteriormente.
Sobre as Diretrizes e Orientações emitidas pelo Ministério do Planejamento p/ Plano de Cargos e Salários:
5 – [...] Na elaboração ou revisão desses Planos, é recomendável que:
a) seja evitada a criação excessiva de carreiras e cargos, procurando promover a aglutinação criteriosa das diversas categorias pré-existentes em cargos amplos, genéricos e abrangentes (multifuncionalidade);
b) se adote o conceito de competências como definição da contribuição dos profissionais, de acordo com a complexidade e o conjunto de capacidades e habilidades; [...]
Pois bem, o Sinpaf deteve-se exclusivamente ao primeiro ponto da alínea “a”, desprezando a recomendação de “aglutinação criteriosa” e a “complexidade e o conjunto de capacidades e habilidades” dos cargos.
Convenhamos que o número de carreiras atuais da Embrapa não tem nada de excessivo, e se adequa perfeitamente ao que preconiza o citado ministério.
Antônio Carlos Góes
Analista da Embrapa Amapá
Pelo que estou vendo, muitos estão mais preocupados como serão chamados (Analistas ou Técnicos), sendo que técnico não deixa de ser um especialista, porém vejo MAIOR preocupação com a nomenclatura dos cargos que com os ganhos reais (R$), que podem melhorar a vida de todos. Oportunidade de crescimento dentro da empresa é um ótimo incentivo ao crescimento profissional do empregado com ganhos diretos para empresa. A ideia de técnico de apoio a pesquisa é ótima, pois atualmente é o que existe: Pesquisador e Apoio a Pesquisa. Como tempos atrás, quando fiz concurso, era para Técnico de Nível Superior (TNS)e temos os técnicos de nível médio e técnicos de nível fundamental.
Gostaria de saber isso ainda vai acontecer: “Os representantes da empresa se comprometeram a entregar essas propostas na próxima reunião, marcada para o dia 16/11, inclusive com sugestão de nova tabela salarial.”….?
Sim, Kleber. A comissão paritária está reunida na tarde de hoje (16/11).
Prezado Mário Angelo Faria
Você saberia me dizer a quantidade de funcionários por categoria:
Assistente C: número de empregados?
Assistente B: ?
Assistente A:?
Analista B: ?
Analista A:
Pesquisador B:?
Pesquisador A:?
O total de funcionários é em torno de 9 mil, é isso?
Com esse dados é suma importancia na apresentação de propostas.
Atenciosamente
Paulo
Os dados estão atualizados até janeiro de 2011, se houver alteração creio que seja pequena: http://www.embrapa.br/programas_e_projetos/pac-embrapa/apresentacao-do-pac-embrapa/ampliacao-e-capacitacao-do-quadro-de-pessoal
Prezado Flávio
Então são:
Pequisadores : 3.046 ( 31%)
Analistas : 1.664 ( 16%)
Assistentes : 5.133 ( 53%)
Total : 9.843 (100%)
Os assistentes representam mais da metade dos funcionários.
Prezado Flávio
Do total dos assistentes que são mais de 5 mil, onde encontramos os dados da quantidade por Assistente A ?
Assistente B ?
Assistente C ?
Total = 5.133 funcionários
No jornal Folha da Embrapa, Ano XVII, n° 132, dez/2009, pg.12 tem informações detalhadas sobre o número de empregados da Embrapa, contudo após tal data ocorreu a contratação de novos empregados/as, mas aqui cabe registrar que os editais dos concursos contemplavam mais pesquisadores e analistas. Ademais, o quadro de Unidades foi ampliado como é o caso de Balsa, Sinop, etc. portanto o número de assistentes tb pode ter aumentado.
Paulo, a informação que vc quer e eu repassei é incompleta quanto aquilo que solicitou http://www.embrapa.br/a_embrapa/prata-da-casa/informes/FolhaDaEmbrapa_Dezembro_2009.pdf. Entretanto, o sitio de algumas Unidades permite vc extrair tal informação como é o caso: http://www.cpafrr.embrapa.br/embrapa/index.php/br/equipe/lista-completa. Por outro lado, temos Unidade, a exemplo, salvo engano, da origem do nosso glorioso Presidente do Sinpaf, Vicente que não menciona os nomes dos Assistentes pois não é possível identifica haja vista informar a escolaridade todos como nível superior ou talvez a Unidade não tenha mesmo assistentes: http://www.cnph.embrapa.br/paginas/a_unidade/equipe_tecnica.htm Abraço a todos.
Gostaria que fosse inserido no site a proposta final do SINPAF.
De tudo o que se falou até agora, penso eu que algo que o Sinpaf não deve permitir é pressão informal. Estamos vendo por aí propostas sendo encaminhadas diretamente ao Sinpaf, o que inclui tabelas salariais e abaixo assinado, se for assim vamos (assistentes) iniciar um abaixo assinado também (que não convem). Pessoal, esta discussão deveria ter sido feita nas bases, que é isso agora? Um grupo tira da cartola uma proposta e acha que a sua é melhor? Outra coisa, as listas de discussão da Embrapa estão sendo utilizadas para discutir este PCE, até aí nada contra, o que preocupa é que não tem sido algo muito “democrático”, sabedores que somos que muitos assistentes estão em trabalho experimental, longe de computadores, longe da discussão ou inibidos por ela. Cartas de repúdio por um grupo daqui ou dali também devem ser repudiadas, o que se quer é uma discussão oficial e longe de bastidores que gerem tabelinhas miraculosas.
Concordo com vc Jacir.
Prezados Companheiros,
Andei respondendo alguns individualmente, mas já são quase 120.
Informo a todos que até abaixo assinado já chegou ao Sinpaf e neste contem cerca de 50 assinaturas de companheiros que se dizem Analistas, nada contra, o doc é pertinente e uma maneira legitima de participar e manifestar por isso aceito e lido. A unica coisa estranha é que a metade daqueles analistas que assinaram nem são filiados, mas legalmente isso não tem importancia, afinal o sindicato representa todos e ganhe o que ganhar será estendido a todos, mesmo para aqueles que não contribuem com a batalha, nem fisicamente, nem emocionalmente, nem intelectualmente, nem financeiramente.
Sobre todas as manifestações até agora ocorridas, seja por e-mail, por telefone ou nesta pagina, quero dizer que é muito bom e nos dá até prazer de saber que todos estão acompanhando o desenrolar das atividades relacionadas ao PCE.
Seriamos muito mais fortes se a participação de todos fosse assim sempre.
Quero aqui responder a todos de uma unica vez.
Para que a resposta seja um pouco mais coerente é preciso que voltemos em 2006 quando muitos de voces nem empregados da embrapa eram.
O texto do PCE 2006 comtem muitos erros e alguns permitiram interpretações das mais diversas como por exemplo criar em alguns empregados a expectativa de poderem ser promovidos sem concurso publico amplo quando no atual PCE diz que na embrapa existem duas carreiras enquanto o correto era dizer que exitiam 4 carreiras “pesquisadores, analistas, nivel médio e nivel funadamental.
O anseio da base por promoção entre categorias e por quebra de tempo de efetivo exercicio no cargo é tanto que foi o item mais pedido nas propostas que vieram da base.
Participei de todas as plenarias do ultimno ACT e confirmo que é o item mais solicitado pela base e em todas as plenarias fui o mais sincero e transparente possivel sobre o tema promoção ao dizer da impossibilidade juridica do pedido.
Alguns dizem: “Santo de casa não faz milagre”
Mesmo depois de esclarecer sobre o tema a demanda persiste e é recorrente há mais de 5 anos. Elaboramos aquela tabela e a mesma esbarrou na fundamentação juridica, pois essa não existe. Não existe especialista em brasilia que consiga jsutificá-la, disso eu já sabia, mas fui derrotado pela base que queria isso a qualquer custo.
Judicialmente e administrativamente é impossivel e ainda temos o exemplo de alguns companheiros que se veem prejudicados por um ajuste interno feito pela empresa antes de 2000 e foram todos desenquadrados em 2006 e com base na mesma impossibilidade, fazê-lo novamente seria incorrer no mesmo erro.
Sobre a Sigla TAP é somente semantica, poderia ser qualquer outro nome, qualquer outro.
Sobre a proporcionalidade salarial entre as categorias, temos que ser mais realistas, não há isso, pois se conseguirmos aolicar o salario minimo do Dieese para a categoria menos remunerada isso implicaria em dobrar o salario inicial dos Ass. C e com certeza isso não será aplicado aos demais.
Ajustes serão sempre necessários em todos os PCEs e deverão ser levados em consideração uma serie de situações que não apenas a proporcionalidade salarial entre carrieras. Dependerá de necessidade de reter empregados que estiverem se evadindo da empresa por encontrarem no mercado empresas que remunrem melhor aqueles em quiestão, como o que a Embrapa fez em janeiro de 2009 e agora se vê obrigada a corrigir o PCE. Deverá ser levado em conta a especialidade do empregado ou necessidade de tê-lo ou tetê-lo na empresa, deverá ser levado em conta a recomposição de perdas devido a politica salarial à qual a empresa está submetida, poia a mesma não tem autonomia financeira dentre outras possibilidades. O que se faz necessário neste momento é construirmos um DOC que vise a recomposição de perdas, a recuperação do interstício igual para todos, a isonomia de direitos, a abertura da carreira para todos, dentre outros pedidos sugeridos pela base.
Mário
Desculpe-me, mas a proporcionalidade entre as carreiras EXISTE atualmente e ela tem uma proporção. Essa revolta toda está pq vcs diminuiram a proporcionalidade dos pesquisadores B e dos analistas A e B. Não tem sentindo o Sinpaf diminuir essa proporcionalidade, ele deve é tentar aumentar para diminuir as diferenças salarias entre os cargos. Esse foi o maior erro praticado, pq ele foi contra os empregados, foi prejudicial e tira direitos. É a proporcionalidade que deve ser a bandeira de luta do Sinpaf com ganhos reais, simples assim. É fácil negociar o salario do pesquisador A no ACT e todos os outros aumentam. Peço que aceite e acabe com essa celeuma e tirem essa proposta de proporcionalidade (85%, 85% de 85%, 70% do anterior e etc) é utilizem a seguinte: PSQUISADOR A 100%, PESQUISADOR B 90% DO SALARIO DO PESQUISADOR A, ANALISTA A 90% DO PESQUISADOR A, ANALISTA B 80% DO PESQUISADOR A, ASSISTENTA 1 45% DO PESQUISADOR A, ASSISTENTE 2 40% DO PESQUISADOR A.
A carreira fundamental deve ser extinta e a migração dependeria de escolaridade.
Concordo com vc Waldo, acho que a proposta é discutível. Salvo engano na Receita Federal é assim (anlista recebe X por cento daquilo que é deferido ao auditor).
Mário, documento de não filiado não se lê, engaveta por respeito aos filiados que contribuem religiosamente para o sindicato, senão não há sentido em ser filiado. Entretanto, é importante que o sindicato busque respaldo jurídico quanto a participação de não filiados em votações como o PCE e ACT pois ainda que não filiados o direito deles está em discussão, porisso creio que o Judiciário pode ter o entendimento de que é legal a participação deles nas votações (voz e voto). Logo, o sinpaf deve resguardar-se quanto a isso para evitar problemas lá na frente.
Prezado Mário, no seu texto você fala que nas cartas recebidas não tem problema que boa parte deles não sejam filiados, mas só citar isso já demonstra o contrário, a sua intenção nesse texto não foi esclarecer nada, foi tão somente jogar os empregados uns contra os outros.
Sou sindicalizado, mas estou vendo nessa equipe atual (a qual votei) uma atitude muito preocupante, a de fazer as coisas de forma fecha e não transparente, como nesse episódio que só ficamos tendo conhecimento por um colega de Unidade que nem faz parte do sindicado. Outra, o sindicato simplesmente ignora os colegas quando não se posiciona claramente, nesse episódio não tivemos nenhuma resposta formal do sindicato, onde caberia muito bem uma nota oficial do seu Presidente pela dimensão que tomou o tema e pela sua importância.
oi Victor.
A pagina do sinpaf está repleta de respostas, todas versam sobre o mesmo assunto.
Talvez tenha me expressado mal quanto ao episódio dos não sindicalizados. Na realidade sobre questões que dizem respeito a base todos podem se manifestar independente de filiação. É obvio que gostariamos que todos se filiassem pois quanto maior filiação maior será a representatividade e é este nosso desejo.
Os não filiados só não podem votar em questões internas do Sindicato.
Ao contrario do que voce entendeu o mal me expressei em algum momento e tenho certeza de noutro momernto deixei claro que toda e qualquer manifestação sobre o tema é pertinente e está sendo levada em consideração.
Mário
Para conhecimento de todos, e provável apoio do SINPAF:
TODOS PELA APROVAÇÃO DA PEC-34/07
Foi desarquivado, pela Câmara Federal, no dia 16/06/11, atendendo a representação da deputada federal do RJ, Andreia Zito, PSDB/RJ , o Projeto de Emenda Constitucional nº 34, de 2007, apresentado pelo ex deputado federal, Índio da Costa, do DEM/RJ.
Origem: publicação de terceiros.
16/08/2011 • 15:02O projeto versa sobre a regulamentação do concurso interno para os servidores públicos a nível nacional, em elipse na Constituição Federal, no governo do então presidente Fernando Collor de Melo. A pesar de pouco divulgado, esse projeto é de suma importância para o funcionalismo das três esferas.
Os servidores, ao longo do tempo, acompanharam o aumento da terceirização no setor público, sob a alegação da falta de profissionais e técnicos especializados para atender a demanda do setor. O discurso da necessidade de melhorar o atendimento público através da profissionalização e qualificação dos servidores, não está em consonância com o que é praticado pelos órgãos públicos. Assistimos a um grupo muito seleto, dentre os terceirizados, que têm acesso aos cursos de qualificação direcionados pelos governos.
Porém a grande maioria dos servidores encontra obstáculos em participar, pois, embora tenham graduação e especialização, obtidas particularmente, durante a sua vida funcional, ficam impedidos, junto ao governo, do crescimento profissional, social e pessoal, porquê ocupam cargos de escolaridade inferior aos oferecidos, em maior número, para o ensino médio e superior, embora possuam a escolaridade e a capacitação estipulada para a função.
Ficam, assim, condenados pela Lei nº 37 da Constituição Federal, que obsta a promoção através da passagem de um nível de escolaridade para outro imediatamente superior. Não se leva em conta que o servidor já trabalha no órgão conhecendo-lhes as normas e diretrizes e, na maior parte das vezes, já exerce, oficiosamente, o cargo. Entretanto a vaga acaba sendo preenchida por alguém inexperiente e, o mais agravante, por algum terceirizado, indicado por alguém, do chamado QI, que nada sabe e nenhum compromisso tem com o órgão. Este sistema é injusto e desestimulador por não (re)conhecer o esforço desenvolvido através do desgaste emocional e financeiro como o pagamento de uma universidade e o curso de pós graduação entre outros.
Todo este esforço é dispensado pelo poder público que, nesse caso específico, faz cumprir a lei. Mas não o faz com o mesmo ímpeto com relação aos reajustes, os benefícios, as condições de trabalho e o respeito ao servidor. Discorre-se, também, sobre estimular a competitividade, com o objetivo de por termo à grande demora no atendimento ao público, pela aferição do desempenho do servidor.
O servidor só poderá desempenhar bem as suas funções por meio de especialização e/ou experiência desenvolvida ao longo da sua vida funcional. Então porquê desprezar os conhecimentos e habilidades do servidor apenas porque ele fez concurso para um cargo com escolaridade inferior a função disponível sem permitir que o mesmo possa (com)provar que fez a qualificação necessária para a área afim. Será que o poder público ao “fazer cumprir a lei”, nesse caso específico, não estará negligenciando o povo, mas, principalmente, aquele que o representa? A PEC 34/07, que versa sobre a volta do CONCURSO PÚBLICO INTERNO, pode corrigir esse equívoco.
É necessário, agora, a união de todos os representantes dos servidores públicos: associações, sindicatos e centrais sindicais numa aliança em prol da aprovação da PEC 34 e lutar pela: Servidores públicos de todo o Brasil: federais, estaduais e municipais vamos nos unir na divulgação da PEC 34/07 Com cada um de nós fazendo a sua parte, juntos mudaremos essa situação.
Acesse: http://WWW.camara.gov.br ( busca: pec34/07)
Não vejo razoabilidade na questão do concurso interno. Seria um atentado ao direito dos brasileiros que preencham os requisitos legais a terem acesso aos cargos públicos. O concurso interno limita o acesso a funcionários de uma instituição. Há associações de proteção a concursos, como a ANPAC, por exemplo, com uma sólida assessoria jurídica, que vai fazer barulho. Não considero essa PEC razoável do ponto de vista da moralidade pública, eis que os cargos públicos devem estar acessíveis a todos os brasileiros que preencham aos requisitos legais. O concurso interno é privilegiar alguns em função de outros. Estuda, que passa, não precisa ter medo da concorrência geral.
Só acrescentando: A intenção do autor,Índio da Costa (DEM-RJ)é de permitir que servidores públicos com mais de dez anos na função possam disputar entre si cargos vagos no âmbito do Poder a que estiverem vinculados, exigindo a escolaridade compatível com o cargo, quer dizer, pode haver mudança de cargo, fora da carreira (Veja em http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/109286.html ). Ainda considero importante que a instituição abra para todo o público a oportunidade de acesso, isso não impede de o funcionário também participar do certame. Bom para a instituição, quanto mais pessoas na disputa, mais chances de se obter mão de obra mais qualificada e mais chance de renovação. Embora o projeto preveja mecanismos judiciais de controle. Não podemos ressuscitar normas da Constituição anterior, que vigorava no Regime Militar. Numa nação democrática não podemos admitir que uns usufruam o direito de acesso a cargos em detrimento da maioria. Nós, funcionários públicos, empregados da sociedade, tivemos acesso aos cargos que atualmente ocupamos (ao menos os que entraram após a Constituição de 88) justamente por quê a oportunidade foi aberta a todos. Imaginem se o concurso fosse interno. Não estaríamos aqui. A PEC passou na CCJ (crivo jurídico-político). Para ser aprovada, a PEC precisa de pelo menos 308 votos (3/5 dos deputados) em cada uma das duas votações e, do mesmo modo, do voto de 49 dos 81 senadores (também 3/5) em dois turnos de votação. Partidos da base governista (maioria) não estão gostando muito dessa PEC. Pela democracia, espero que não passe. Não penso só em mim, penso no povo brasileiro, sou servidor do povo e não a meus próprios interesses.
Prezado Manoel
Só uma pergunta:
Qual seu cargo hoje na Embrapa?
Assistente
Analista
Pesquisador ?
Comentarios que muitas vezes,magoam os
colegas, vamos nos respeitar.Talvez se_
ja agora, o momento de nossos colegas de inicio de carreira embrapiana, terem direito a uma vida digna.
Como Analista A da Embrapa, filiada ao Sinpaf, e ex-presidente nacional do sindicato, gostaria de fazer algumas considerações quanto à proposta que foi elaborada pela Diretoria Nacional:
- A primeira delas é que se percebe que o Sinpaf considerou as propostas apresentadas pelos filiados e dirigentes das SSindicais quanto à melhoria de benefícios, pois propõe aumento para os Adicionais de Titularidade e criação do adicional para o pós-doctor, até hoje não praticado pela Empresa; auxílio educação para os filhos com até 18 anos; gratificação especial por localidade; criação de um Banco para Transferência de empregados (fundamental para minimizar os dramas enfrentados por diversos empregados que não conseguem manter seus familiares nas localidades para as quais foram chamados ou encontram problemas de adaptação) ; criação de um processo seletivo interno para a escolha dos cargos de supervisão e em comissão; entre outras reivindicações que já fazem parte das propostas para os ACT s dos últimos anos;
- Mas, no que diz respeito à essência da proposta de alteração do PCE, que é a estrutura das carreiras com suas respectivas classes, não parece ter seguido o mesmo caminho. Vejamos o caso específico dos atuais Analistas que, nessa proposta passariam para Técnicos de Apoio à Pesquisa (TAP). Hoje, felizmente, temos um número razoável de Analistas A que possuem ou estão fazendo Doutorado e Pós-Doctor, em áreas que antes a Empresa pouco incentivava capacitações. Aqui é importante destacar que é necessário estimular, cada vez mais, essas capacitações para que a Embrapa cumpra com a sua missão. Porém, a classe TAPA proposta não considera a ascensão dos empregados para esse nível;
- Não há dúvidas que alguns processos ocorridos nos últimos anos na Embrapa criaram distorções para empregados das carreiras de Pesquisa, Analistas e Assistentes. Há colegas que, em razão de uma decisão da Empresa tomada na época da mudança constitucional, foram desenquadrados e, juridicamente, deixaram seus cargos de nível superior para retornar a cargos de nível médio, com perdas financeiras e com poucas perspectivas de ascensão funcional;
- No entanto, o que essa proposta apresenta é mais um risco, e que poderá ter conseqüências drásticas, porque as súmulas apresentadas no documento apenas reforçam o conceito de que é possível a mudança de “classes” dentro de uma mesma carreira, mas não nos apresentam exemplos de quais empresas públicas/órgãos/fundações/autarquias ou outras conseguiram alterar seus Planos e criar carreiras nas quais convivem, ao mesmo tempo, nível fundamental, nível médio e nível superior. Se o ingresso de pessoas externas em cada uma dos desses classes exigirá o nível de escolaridade máxima a ela permitida e a realização de concurso público, então a passagem de empregados do quadro, de um nível – de menor complexidade – para outro de maior complexidade, com maior remuneração e escolaridade, segue a mesma lógica, do contrário, permanecerá a agressão ao previsto na Constituição Federal ;
- Por fim, gostaria de lembrar que a divisão da categoria nunca foi o propósito de um sindicato, e creio que não é essa a proposta do Sinpaf, um sindicato cuja história não começou agora, pois completou 21 anos em junho e, ao longo desses anos, diversas vezes debatemos com a categoria e a empresa mudanças de Planos de Cargos/Carreiras, algumas vezes os trabalhadores saíram vitoriosos e em outras o resultado trouxe distorções para alguns agrupamentos, dependendo da conjuntura econômica e política. Dessa forma, espero que o sindicato, antes de discutir essa proposta com a Embrapa, abra o debate direto com os principais interessados: os trabalhadores.
Pessoal, bom dia. Li todas as colocações postadas aqui e dos seus pontos de vista nem analistas, nem assistentes perderam a razão. Cada qual busca o que é melhor p/si e isso é compreensivel no ser humano. Sou assistente na Embrapa Soja há bem mais de 20 anos e gostaria apenas de compartilhar com todos meu pensamento sobre este assunto. Amei a Embrapa e devo tudo que tenho a ela e por isso mesmo, sempre dediquei-me ao extremo nas minhas funções, fiz até pós-graduação e sempre percebi que assumia tantos riscos e responsabilidades como meus poucos colegas então Téc.de Nível Superior na época. Nao me importava, em assumir mais, pois gostava do que fazia e imaginava um dia ser reconhecida por isso. Porém, a empresa se modernizou (ótimo) e contratou centenas de Analistas que vieram somar esforços e fazer da Embrapa uma empresa inovadora. Realmente, muitos desses novos analistas cumprem este papel, porém muitos vieram fazer exatamente o que sempre fiz nesses 20 e poucos anos, ganhando muito mais e com muito mais espaço e voz dentro da empresa. Aliado a falta de perspectivas de crescimento profissional, esse fato tbém trouxe alguns aspectos negativos que estão desmotivando ainda mais os assistentes: sentimentos de não pertencimento, de falta de referência, de falta de identidade sobre o verdadeiro papel de um assistente, que não sabe mais delimitar quais são suas reais funções. Conto minha história em nome de tantos outros assistentes que eram a grande maioria até alguns anos atrás. Praticamente, haviam dois cargos na empresa: pesquisadores e assistentes.
Então, se o passado não importa mais e aceitemos que os assistentes recém contratatos sejam meros digitadores e atendentes de telefone e não elementos que possam contribuir de forma mais estratégica dentro da empresa, vamos deixar tudo como está e queimar a nova proposta do PCE numa grande fogueira durante um Sarau onde somente os cargos de nível superior serão convidados lógico.
Parabéns Suzi por sua explanação. Aqui em Rondônia um exemplo clássico do que vc fala é visualizado no laboratório de solos/plantas onde os trabalhadores/as são Assistentes B e C e o laboratório é constantemente aprovado em testes de qualidade (selo de qualidade) e tinha um Assistente A, porém com a aprovação em concurso público saiu da Embrapa. Então vejam vcs que o mesmo trabalho desenvolvido pelos colegas é o mesmo desenvolvido por um Assistente A, porém os Assistentes B não podem ser Assistente A, mas a Embrapa apartir de 2007 exige no certame a escolaridade segundo grau. No Todos.com de julho/2010 foi estampado uma reportagem “Do PABX para o SIAFI” onde narra a história da colega Francisca Aparecida Cotrin que foi premiada por excelência. Essa colega era telefonista e hoje atua no setor financeiro. Pergunto: na sua Unidade existem Assistentes A ou B laborando no Setor Financeiro? aqui em Rondônia não tem, mas antes tinha. Então o trabalho do Assistente deixou de existir no setor financeiro dantes realizado pelo Assistente A ou B? claro que não. O problema é que no Brasil as pessoas estão criando sistemas de castas, algo que o mundo condena lá na Índia. O problema é que as pessoas estão criando meios de se protegerem, escanteando gente que para muitos pelo pouco estudo são objetos descartáveis, desprezíveis. Pior de tudo é que muitos se declaram cristãos, tementes a Deus.
Bom dia Companheiros!
Atentem para o comentário do Jandaia. A divisão é um passo para todos naufragarem. Talvez seja isso que o capital queira!…. Devemos nos unir e buscar o entendimento.
Abraço a todos!
Remídio
A proposta veiculada não sugere nenhuma alteração nas atribuições e responsabilidades dos Analistas A e B, nem mesmo na descrição sumária dos cargos. Assim, se não há alteração nas atribuições e na descrição dos cargos porque se falar em transposição dos mesmos? As atribuições e responsabilidades dos Analistas A e B repousam na gestão, coordenação, avaliação e participação de projetos na carreira de suporte à pesquisa. Cabe ainda a estes profissionais gerir de forma analítica e crítica atividades em processos e projetos nas áreas de suporte à pesquisa. São, portanto, profissionais que utilizam o conhecimento em sua área de atuação de forma sistemática, operacionalizando com base em métodos e técnicas específicas as normas institucionais. São capazes de aplicar suas competências na resolução de problemas em domínios estratégicos com um desempenho e qualidade de solução superior aos empregados com formação médio/técnica. Verifica-se, portanto, que as atividades direcionadas aos Analistas possuem mais aderência às atividades do Pesquisador diferenciando-se somente no seguinte aspecto: para este, os projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação devem estar diretamente relacionados à atividade fim da Embrapa. Para aqueles, os mesmos projetos de pesquisa, os planos de ação e a gestão dos processos devem possuir aderência às atividades de suporte à pesquisa que para a Embrapa compreendem as áreas de gestão de pessoas, orçamento e finanças, comunicação empresarial, gestão da informação, gestão de laboratórios etc.
Conforme veiculado na ferramenta de comunicação institucional “Todos.com” edição extra de 19 de dezembro de 2008, a Embrapa aprovou a revisão da tabela salarial atendendo à cláusula 11 do ACT daquele ano sob a égide de estabelecer uma política de atração, retenção e valorização dos empregados que se materializou pela necessidade de tornar competitivos os salários de todos os cargos adequando-os à média de valores do mercado. Assim, a atual revisão da tabela proposta não mantém coerência com a política institucional, pois parece que não há uma preocupação em proporcionar ganhos capazes de atrair, reter e valorizar os empregados, haja vista, que da forma como a tabela se apresenta há sim a contribuição para um distanciamento cada vez mais latente entre os empregados que ocupam a carreira de pesquisa e os empregados que ocupam a carreira de suporte a pesquisa. Esse distanciamento parece indicar que não há uma busca por assegurar o interesse coletivo e sim atuação em favor de um segmento, o que poderá contribuir para o desestímulo da ética enquanto fator transversal das práticas institucionais. Portanto, somos favoráveis que ocorra a valorização e o reconhecimento para todos os cargos, de forma homogênea, sem que isso implique na desvalorização ou não reconhecimento para o cargo de Analista.
A forma como a proposta chegou ao conhecimento dos empregados demonstra falta de transparência nas ações do órgão que possui como missão a representação legal e a defesa dos direitos e interesses dos trabalhadores de instituições públicas e privadas de pesquisa agropecuária e caracteriza-se, portanto, em uma tentativa de suprimir a emancipação do grupo de Analistas, uma forma sutil de anular nossa atuação enquanto protagonistas das mudanças organizacionais e gerenciais pela qual a Embrapa perpassa desde 2006.
Todas as categorias devem ser valorizadas, especialmente a de Assistente, no entanto não podemos admitir a desvalorização profissional dos especialistas, muitas vezes para executar um trabalho de qualidade esses acabam criando indisposições com setores especialmente fortes dentro da empresa e tem suas atividades garantidas por possuírem cargos especializados. Apresentar uma Tabela aglutinando os diversos cargos de Analistas em Técnico A e B é um total desconhecimento da realidade vivida por diversos profissionais. Vamos lutar por melhorias, especialmente para os Assistentes, mas sem perder garantias básicas para as atividades de diversos profissionais.
Pessoal, vamos ter calma na discussão. Somos todos parte de um todo chamado Embrapa. Assistentes A, B e C, Analistas A e B, Pesquisadores A e B, todos têm sua importância dentro da Embrapa (ao menos em tese) e todos devem merecer essa importância que têm. Se os analistas discordam, eles tem o direito de discordar, eis que vivemos numa democracia e todas as vozes precisam ser ouvidas e é importantíssimo que eles participem desse processo, são nossos companheiros também, alguns de luta, outros apenas de trabalho. Perdoem-me a franqueza,segue a opinião de um humilde assistente: O cerne da Embrapa é a pesquisa e é óbvio que temos o pesquisador como figura central e representativa da pesquisa (da pesquisa, não da Embrapa,frise-se) em torno dessa figura temos os que assistem essa atividade fundamental, direta ou indiretamente, sejam analistas ou assistentes. Todos os cargos da Embrapa são essenciais à sua existência, não importa o nome. Não me importa a denominação do meu cargo, desde que seja mantida a minha dignidade, minha honra, que seja tratado com respeito e que tenha remuneração digna e tratamento isonômico dentro da instituição. Sendo respeitado integralmente em meus direitos fundamentais e sociais, que “batizem” meu cargo com o nome que quiserem, pois para viver não dependo de vaidades superficiais, dependo de vida digna e da dedicação e carinho para o meu trabalho, não importa o nome que ele tenha. Minha verdadeira identidade já tem nome. É o que penso. Não entendam como floreios argumentativos e tentativa de convencimento banal, é apenas minha opinião, que não é a última e nem a verdade absoluta, espero que seja criticada também, só melhoraremos assim. Para finalizar, um exemplo: no INSS existem os cargos de Analista e Técnico Previdenciário, de níveis superior e médio, respectivamente, e, na maioria das unidades do INSS (com exceção de algumas poucas raridades, onde Analistas trabalham na análise de benefícios) eles exercem a mesma função, de atendimento ao público, embora o analista receba mais por isso. Vocês acham que os analistas do INSS estão esquentando a cabeça com isso? Menos responsabilidades, mais remuneração. Por esta razão o Governo aprovou neste ano a criação apenas de cargos de técnicos previdenciários, eis que observou que os dois exerciam na prática a mesma função. Economizou.
Abraços, companheiros.
É lamentavel ver que os analista so pensa neles,pois quem gera resultados são os assistentes,e quanto mais assistente com graduação melhor para a pesquisa,quem ganhara com isso é a embrapa pois tera assistente com mais qualificação,fazendo com que a embrapa fica cada vez mais forte.
Os assistentes são sabedores e cumpridores dos requisitos da passagem de um nível profissional para outro.
Precisamos manter um nível de discussão neste canal, a altura da nossa Empresa.
Lembro, mais uma vez, o que os assistentes buscam é valorização. E o momento é iminente.
Eu agora só faço um pedido em virtude de tudo que está sendo discutido aqui: Por favor, analistas e pesquisadores, participem mais do sindicato; participem das assembléias e das comissões que são criadas; discutam nas suas unidades, nas suas bases as propostas da empresa e do sindicato; participem da vida do sindicato; participem das assembléias pra votar contra ou a favor da greve; participem pra criticar, pra argumentar, pra contribuir com idéias que venham no tempo certo. Espero que o PCE deixe essa lição porque a discussão sobre o ACT 2012/2013 já começou e seria muito proveitoso para a empresa, pro sindicato e pros trabalhadores que todos, pesquisadores, analistas e assistentes, participassem, porque depois não adianta reclamar!
Olha, estou me surpreendendo com comentários das listas, cheguei a ler algo assim “não vou me rebaixar a isso que o Sinpaf está propondo”…(salvei o e-mail de um analista)…não é essa a discussão que queremos. Alguém deve sr reconhecido por aguilo que faz. Há casos em que o pesquisador até prefere tratar diretamente com o assistente, pq é ele que está fazendo o trabalho. Assistentes em supervisão, escrevendo publicações, poxa, a empresa privada chega a custear a faculdade das pessoas pois quer que elas evoluam, e premia as pessoas por isso, BRF fez isso por muitos anos, vão ver a história de grandes líderes da Sadia por exemplo, que começaram como empacotador ou no chão de fábrica, não desmerecendo ninguém claro, mas mostrando a evolução profissional e hoje são gerentes e ícones na empresa. Isso é valorizar o cidadão, isso é perfil de empresa que promove talentos e administra com liderança e parabéns a nossa Embrapa, pois a cada ano que passa vejo que também ela tem atuado assim.
caro jacir, vc. se esqueceu que o empregado que entra em uma empresa privada e calga postos, e de empacotador, como vc. diz, chega a diretor, tb. tem a condição de trabalhar em uma empresa privada e estar sujeito, se não produzir, a ser demitido. Isso na Embrapa não acontece…Assim, mesmo que o empregado não produza e não seja competente ele não vai ser demitido, pois o empregado entrou na Embrapa por concurso público. Na empresa privada não tem concurso e o empregado se sujeita à leis de mercado. Assim, que tal, eu sugiro, que na Embrapa fosse tb. estabelecido os mesmos parâmetros de empresa privada, podendo demitir e tudo, caso não haja produção e estagnação de carreira. O que ia ter de empregado demitido…
Eliana, é possível sim haver demissão com base na avaliação do Saad. Portanto, cautela. Como vc disse, somos celetistas e na jurisprudência há divergência inclusive do STF quanto a necessidade de motivação a demissão.
como se diz em italiano éco……….!
Muito bom o seu comentário Ricardo.
você acredita que tem abaixo assinado de analistas que nem sindicalizados são.
Na realidade gostariamos que todos participassem do Sindicato por inteiro: ou seja, de corpo, alma e bolso também, pois não se faz sindicalismo sem grana, né mesmo.
Não se preocupe com o PCE, ninguem quer retirar nada de ninguem.
Se pudermnos vamos é incrementar direitos e beneficios.
Mário
Ricardo talvez a participação de analistas e pesquisadores no movimento sindical seja com maior intensidade numa Unidade que noutra, mas a grosso modo aqui em Rondônia vejo como satisfatória a participação dos colegas analistas e pesquisadores, aliás na diretoria executiva da Seção Sindical daqui, apenas um membro é assistente, os demais são pesquisadores e analistas.
Prezados,
Antes de mais nada, quem não é, vai logo sindicalizando, pelo menos ter respaldo frente ao SINDICATO.
Primeiro: não sei o porquê de tanto chilique por parte dos analistas. Eles continuarão sendo empregados ocupantes de cargo de nível superior; ao meu ver eles estão incomodados pelo simples fato de assistentes chegarem ao mesmo nível salarial deles.
Segundo: muitos assistentes, principalmente assistente A, possuem nível superior, mestrado e até doutorado e hoje fazem o serviço dos analistas, principalmente pra quem atua em laboratório; dêem uma boa olhada nos laboratórios de suas unidades e vejam quantos analistas estão lá, trabalhando. Poucos! Por que? Porque o nível de formação dos assistentes é elevado e pagar um assistente é mais barato do que ter um analista. Hoje a Embrapa contrata mais analistas para trabalharem na área de comunicação e TI da empresa e poucos para dar suporte à pesquisa;
Terceiro: o que os analistas queriam? Serem enquadrados juntos com os pesquisadores? O SINPAF acertou em dividir o quadro da Embrapa em duas carreiras: a que faz a pesquisa (pesquisadores) e a que dá o suporte à pesquisa (analistas e assistentes);
Quarto: os analistas estão revoltados e querem se desfiliar? Tudo bem e vão em frente. Fundem o próprio Sindicato dos Analistas da Embrapa e vão à luta, companheiros. Só uma dica: Analistas não sabem, mas a sede da Embrapa fica ali no final da Asa Norte, em Brasília. Vocês vão precisar saber onde é a sede quando forem fazer greve porque eu nunca vi os Analistas nos movimentos paradistas do SINPAF. Saudações, companheiros!
Já que tu nunca viu um analista em nenhum movimento do SINPAF, vos convido a vir à Embrapa Clima Temperado no próximo movimento ‘paradista’,comotu te referiu. Sectarismo não é a solução Ricardo.
Cordiais saudações.
Ricardo, o que você pretende com o seu comentário? Suas palavras contêm rancor e preconceito e estimulam o confronto entre analistas e assistentes. Este espaço não deveria ser usado para isso. Os analistas querem preservar suas conquistas e o reconhecimento pelo seu trabalho. Os assistentes merecem todo o reconhecimento também, inclusive, salarial. As duas lutas são justas. A proposta para o PCE prevê a extinção do cargo de analista e prevê morder o percentual de aumento de salário para repassá-lo – a parte mordida – para os assistentes. Tirar do analista para passar para o assitente. Essa não pode ser a fórmula a ser usada! Todos deveriam ter o mesmo percentual de aumento. Precisamos manter este espaço livre de estímulo ao confronto. Somos todos empregados da Embrapa!
Concordo em gênero, nr. e grau com a Nátia. Somos todos empregados da Embrapa, e a Embrapa é única. Excelente empresa para se trabalhar e excelência em pesquisa. Devemos ser unidos em melhorar nossas condições de trabalho e salário. Divisão não leva a nada!
Eu só não acho justo uma parcela dos analistas virem aqui reclamar depois de tudo que foi discutido nas bases. E a verdade é essa: 99% de quem faz o movimento paradista são os assistentes; 99% de quem participa da formulação do ACT são assistentes e agora com o PCE não foi diferente. Agora que os analistas se sentiram prejudicados nos seus direitos, vêem aqui reclamar. Que reclamassem antes. Outra: são eles que querem o racha no sindicato por conta da revisão do PCE e, na boa, se isso acontecesse, não sei se faria diferença porque na porta da Sede, todo ano, eu vejo que a maioria que está lá é de assistente. Meu discurso está impregnado de rancor, sim! Porque estou vendo o discurso de muitos aqui preocupados em se “misturarem” com os assistentes. Por favor, comente isso também agora. Quero que saiba também que a minha proposta na minha unidade não foi a de unificar os cargos de assistente com a de analistas. Não! Reconheço que eu fiz um concurso para nível médio. Mas é o que está aí agora e o que foi aprovado eu vou apoiar porque isso é ser sindicalizado. Minha sugestão foi de apenas a Embrapa reconhecer a titularidade dos assistentes porque muitos possuem mestrado e doutorado e fazem o papel de analistas e, com isso, a Embrapa economiza e muito porque o salário de assistente é menor.
Prezado Ricardo,
Acho que você não está entendendo nada do que aconteceu. Primeiramente, essa proposta não foi discutida nas seções sindicais, os analistas que participaram ou não das reuniões promovidas pelo sindicato, fizeram suas propostas e inocentemente acreditaram que estavam participando do processo. Porem, o sindicado já tinha fechado com seu grupo de sindicalista essa proposta, e nós analistas só tomamos conhecimento agora e por atitude de um colega que nem e sindicalista. Posso citar isso ate pelo que vi aqui na Unidade, a seção sindical pediu para reunirmos em grupo (pesquisadores, analistas e assistentes), fizemos nossas propostas e em nenhum momento nos foi apresentado a tal idéia, nem mesmo ao grupo de analistas que faziam parte do grupo de trabalho montado pela Seção local. Contudo, seria impossível que fizéssemos qualquer sugestão, contribuição ou contestação, porque nos foi suprimido a oportunidade de qualquer acesso a tal proposta.
Pelo que me lembro, os assistentes também ameaçaram sair do Sindicato quando ouve a aprovação da tabela salarial com alto reajuste aos analistas.
Ricardo, o que você pretende com o seu comentário? Suas palavras contêm rancor e preconceito e estimulam o confronto entre analistas e assistentes. Este espaço não deveria ser usado para isso. Os analistas querem preservar suas conquistas e o reconhecimento pelo seu trabalho. Os assistentes merecem todo o reconhecimento também, inclusive, salarial. As duas lutas são justas. A proposta para o PCE prevê a extinção do cargo de analista e prevê morder o percentual de aumento de salário para repassá-lo – a parte mordida – para os assistentes. Tirar do analista para passar para o assitente. Essa não pode ser a fórmula a ser usada! Todos deveriam ter o mesmo percentual de aumento. Precisamos manter este espaço livre de estímulo ao confronto. Somos todos empregados da Embrapa!
Companheiros vamos com calma pois tudo esta em discussão,temos que ter o cuidado para não nos dividir-mos pois lembro que no passado queriam criar um sindicato paralelo hoje ja recebi e-mail que os analistas poderão criar o seu peço a comissão que repense esse assunto com carinho sou ass “B e quero que continuemos todo unidos sempre para avançarmos nas conquistas grande abraço a todos
E aí Jandaia, tudo bem?
Deixa a turma se manifestar, quem sabe assim todos venham participar dos debates.
Não se preocupe com a sigla TAP, como eu já sabia e sempre tentei explicar para todos essa coisa de carreira unica não passa nem aqui nem na china, essa proposta já nasceu morta e abrimos uma nova discussão de outra proposta.
TAP era apenas uma questão de semantica, poderia ser qualquer coisa como por ex. EAP = especialista de apoio a pesquisa = igual a Analista, isso pouco importa.
Aquela versão de proposta já nasce morta na sua concepção, mas a pedido da base a eviamos. Já estamos discutindo outra. Agora meu companheiro é de rir quando a gente recebe um abaixo assindao e neste comtem 50m assinaturas de analistas e destes apenas 25 são filiados.
Mas tudo isso faz parte do jogo.
Um abraço,
Mário
Além de desvalorizar os analistas, a proposta do Sindicato coloca a Embrapa numa fria. GCU e Ministério Público viriam ao encalço da Empresa, pois a proposta do Sinpaf não tem respaldo legal. Pela Lei, diploma de curso superior não é fator de promoção para quem é da carreira de Nível Médio. Quem é Nível Médio e tem diploma de curso superior precisa prestar novo concurso público para ser enquadrado como tal. Não são os colegas que dizem. É a Lei.
Prezado Xará
Respeito sua opinião, porém discordo em partes . Não se trata apenas “É a lei” e pronto. A lei ela deve de vir de encontro com que é justo e razoável, se não estiver, devemos pelos meios legais altera-la, pois as leis trabalhistas não são imutáveis, por isto que existe sindicato. Um exemplo prático é uma PEC de autoria do Dep. Federal Índio ( que foi Vice na chapa do José Serra candidato a Presidente). Acredito ser sensato o funcionário querer progredir na carreira e na vida, seja ele uma simples assistente C ou honorável Presidente da Embrapa. Passa-se as vezes mais de 30 anos na empresa, deve ter maiores mecanismos de ascensão na carreira, seja criação de subniveis, reconhecimento de titularidade entre outros. Um abraço Xará e colega embrapiano.
Paulo R. Hupalo
A PEC é sobre a possibilidade concursos internos!!
Paulo, leia isso: http://www.stf.jus.br/portal/peticaoInicial/verPeticaoInicial.asp?base=ADIN&s1=4616&processo=4616
Prezado Flávio
O que diz o processo ainda não julgado transpondo os cargos de Técnico do Tesouro nacional e analista em Auditor, é isso??
Isso mesmo. Na suposição de que o processo seja julgado improcedente, então parece não valer a máxima de que nível médio não possa ascender cargo de nível superior. A propósito, quanto a questão dos desenquadrados, veja vc julgados sobre o tema noutros órgãos: http://www.trt19.gov.br/siteTRT19/ApresentaBoletimAtual?bolCod=5446 ; http://www.tvdireito.com.br/noticias/4708/Ministro-concede-liminar-a-servidores-dos-Correios-contra-ato-do-TCU-que-anulou-ascens%C3%A3o-funcional ; http://www.conjur.com.br/2010-set-22/tst-permite-promocao-cef-concurso-nao-prejudicar-funcionarios
Prezado Paulo,
Voce está coberto de razão.
Quando encaminhamos a proposta 1 do Sinpaf foi para atender uma solicitação qaqueles que mais participam das discussões do Sinpaf, apesar de saber que a porposta já nascia morta na criação.
Ocorre que o PCE vigente está cheio de vicios e leva os seus seguidores a diversas interpretações e cria faslsa expectativa naqueles que pouco entendem de leis, apesar de já termos tentado demonstrar isso.
Esperamos que daqui por diante possamos eliminar a maioria desaas distorções de interpretação com novos descritores que estamos tentando corrigir um a um.
Ninguem almeja acabar com o nome ANALISTA, fiquem tranquilos.
E esperamos jamais ter que falar em promoção sem concurso externo.
Um abraço
Mário
É lamentável que o Sinpaf tenha divulgado uma tabela mesmo sabendo da impossibilidade jurídica. Mesmo quando, como o Mário Angelo diz, “encaminhada daquela maneira para atender ao interesse da base”. Nós trabalhadores (Sinpaf) perdemos tempo e dinheiro elaborando propostas para no final dar no que deu.
Perdemos a oportunidade de apresentar uma proposta séria e avançada.
Prezada Ilmarina
Não vejo impossibilidade juridica, e acho sim uma proposta séria e avançada. Acredito ser uma proposta dificil e muito trabalho e articulação, sendo um proposta que realmente faça diferença, isto é avançar.
Um abraço.
Paulo R. Hupalo
Prezado Paulo
Quando falo da impossibilidade jurídica falo, não por entender de assunto jurídico, mas sim pelo o que foi dito pelo Mário em um dos comentários. Quando falo em proposta séria e avançada falo sobre o Sinpaf (base) apresentar sua proposta e não esperar de forma passiva uma proposta da Embrapa.
Abraço
Ilmarina Menezes
Essa questão de inconstitucionalidade é relativa, pois a lei permite interpretações e quem decide isso é o Poder Judiciário. Leiam isso: http://www.tudorondonia.com/noticias/provimento-de-cargo-publico-por-promocao-e-tema-de-repercussao-geral-,24787.shtml ; http://www.rondoniagora.com/noticias/confira-a-integra-da-decisao-que-declarou-inconstitucional-a-progressao-de-professores-em-rondonia-2011-06-29.htm ; http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?incidente=2318041
Ilmarina,
Às vezes temos que expor as idéias para que haja participação.
Dentro das mais de 800 paginas que recebemos da base para a revisão do PCE eu poderia te dizer sem contá-las precisamente que cerca de 80% delas vem de assistentes pedindo a possibilidade da promoção entre classes de maneira interna e sem concurso interno.
Eu estou careca de saber da impossibilidade que isso ocorra, mas o atual PCE deixa brechas para que este entendimento ocorra e para esgotarmos este assunto e pacificá-lo tivemos que encaminhar daquela maneira.
Ninguem que acabar ou prejudicxar os Analistas e muito menos Pesquisadores B, isso posso lhe garantir.
O sigla TAP poderia ser EAP = especialista de apoio a pesquisa, ou outro nome qualquer, isso é apenas semantica e não deveria ter causado tanto barulho.
Outra questão é a que ocorreu recentemente em jan de 2009, a Embrapa se viu obrigada a melhorar substancialmente os salrios dos mais novos ou recem contratados a ponto de não o fazendo perdê-los quasde todos para o mercado.
Imagine se ocorre outra perda desenfreada de pesquisadores ou assistente B e C e a Empresa se ve obrigada a ajstar os salrios dessas duas categorias apenas sob pena de perder seu talentos e seus empregados experientes.
Como seria o comportamento do demais, analistas A, B e assistente A.
Para mim, o meu objetivo é maior do que o que pode parecer, primeiro corrigirmos alguns pontos no PCE vigente a ponto de não permitir dupla interpretação e também para que não crie falsa expectativa quanto ao assunto das promoções.
Se isso ocorrer, mais a volta do intersticio e alguns poucos avanços, já será o suficiente, haja visto o momento pelo qual o país está passando e o cenário internacional aponta que será dificil e a Presidente Dilma é muito tecnicista, diferente do Lula que era mais politico.
Aguarde com tranquilidade pois tudo virá da melhopr maneira que couber.
Mário
Mário
Em primeiro lugar quero dizer que, de alguma forma, essa discussão toda me deixa esperançosa, pois achava que muito dos sindicalizados estavam “anestesiados”. Isso tudo tem mostrado que não.
Sei que a pressão é grande para fazer “…promoção entre classes de maneira interna e sem concurso interno…”, mas estamos falando entre adultos e isso deve ser colocado muito claro o que pode ou não ser feito.
O que estamos questionando é mexer numa proporcionalidade já existente. Em 22 anos de Embrapa nunca vi ACT retroagir sobre ganhos diferenciados.
Quero deixar bem claro que não tenho “alergia” em relação à carreira única, mas conquistas atuais devem ser respeitadas.
Por último, tenho por princípio nem cogitar em desfiliação. Quero estar no sindicato para apontar erros, dar parabéns pelos acertos e estar pronta para o embate.
Abraço
Ilmarina Menezes
Colegas, se essa discussão tivesse o grau de participação, inclusive de forma política e jurídica, duvido que o Sinpaf permitiria que a Tabela Salarial de 2008 tivesse sido implantada daquele modo. Repito, não adianta ficar brigando administrativamente, é preciso sim ganhar o campo político e jurídico se for necessário, caso contrário, friso, direitos são “tratorados”.
Não poderia de registrar aqui, dado a repercussão do tema, o posicionamento do colega Francisco Carlos, Analista da Embrapa Acre, que diante da celeuma fez, no espaço de discussão de informática, uma exposição coerente, digna e respeitosa sobre o assunto em tela. Parabéns ao colega pela forma que expressou e como enxerga a luta que devemos travar em prol do PCE.
Dado toda a repercussão creio que o Sinpaf deve abandonar a tese de defesa quanto a carreira que em tese suprime o cargo de Analista. No entanto, hoje a estrutura do PCE deve ser revista no tocante a “carreira”, pois se temos duas duas carreiras, pela lógica da Súmula 685, isso é o entendimento que extrai, não há impedimento para promoção. Ora, no bojo da carreira de Suporte a Pesquisa, temos dois cargos: analista e assistente, logo pelo conteúdo do PCE um assistente pode pleitear movimentação para o cargo de analista, embora isso seja inconstitucional. A propósito, vejam o que disse um ministro do STF quando do julgamento da ADI 3857 “Mas o servidor será sempre submetido a concurso público para ingresso no primeiro grau da carreira”. Nesse entendimento, o que não pode é um Analista movimentar para o cargo de Pesquisador, pois trata-se de carreiras diferentes. Por outro lado, a CF no art. 39, § 2° fala em promoção. Cabe ao Sinpaf buscar melhor interpretação jurídica para isso, afinal a Embrapa faz parte da Adm. Pública. Ademais, o Sinpaf deve abrir o dialogo com todos os trabalhadores, independentemente do cargo ocupado (analista, pesquisador ou assistente) e assim construir um norte que atenda a todos.
Prezado Flávio
Concordo com você me número, genero e grau em quase tudo. Apenas no itém Inconstitucional, que parece que é a resposta para impedir tudo, a constituição pode ser mudada, através das PECs – Proposta de Emendas a Constituição, somente nas cláusulas petras que o que processo fica mais díficil, no restante a uma possibildade, principalmente no tocante as questões trabalhistas desde que se tenha articulação, apoio e muito mais muito trabalho sindical.
Atenciosamente
Paulo R. Hupalo
De fato Paulo em certas situações a lei ou a jurisprudência permite, p.ex. a movimentação do Assistente B para A, contudo isso não é acatado pela Embrapa quando vc ingressa com requerimento. Espero que agora com o PCE a Embrapa reconheça esse direito aos Assistentes que a época do PCE/2006 já tinham o ensino médio, pois há jurisprudência nesse sentido: http://www.trt14.jus.br/acordao/Jul_04/Ac16_07/ED1191_RO.htm ; http://jornal.jurid.com.br/materias/noticias/suspensas-decisoes-tcu-que-anularam-atos-transposicao-cargo-no-tst-sem-lei-especifica ; http://www.jusbrasil.com.br/noticias/1977755/trt10-pede-reexame-em-materia-administrativa-ao-tcu-e-vence-nos-argumentos ; http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2011/05/13/internas_economia,252014/plano-de-carreira-garante-a-inativos-beneficios-extras-no-senado.shtml ; http://www.tjro.jus.br/apsg/faces/jsp/apsgDetalheProcesso.jsp
espero que isso contribua junto ao Sinpaf para subsidiar discussões quanto a transposição do nivel B para A do cargo de Assistente.
Prezado Flávio
No caso da CEF foi algo específico, acredito não ter nexo com nós da Embrapa. Outro caso do Senado, tinhamos que ver se foi aprovado!”
Atenciosamente
Paulo
A lei não é específica atacar direito de para e abrandar para outros, ela é dirigida a todos nós, contudo há sim possibilidade de interpretação e integração com outras fontes do direito (doutrina, jurisprudência, analogia, etc. Mesmo assim, o Sinpaf não pode dizer que o direito pode ser fulminado por isso ou aquilo, o sindicato tem a obrigação de fundamentar aquilo que vai responder à Base, tanto é que conta com uma assessoria jurídica. Não estou a dizer que devemos buscar a rebeldia jurídica, ao contrário na busca de solução devemos sim buscar fundamentação jurídica e não ficar no blá blá blá.
PCE RIDÍCULO PARA OS ANALISTAS B – Principalmente para os que em 2008 estavam no final das referências. LAMENTÁVEL.
Wilson, ainda não existe nenhuma modificação no PCE. A negociação somente começou.
Wilson,
de fato o PCE foi ruim não somente para os analistas B em final de carreira como tb para aqueles que estavam no meio da tabela. Ademais, essa situação é verificada em todos os demais cargos, quer seja, o desmerecimento quando da implantação da Tabela Salarial de 2008. Por derradeiro, em início de carreira, não lamente, a mãe Embrapa foi generossima para os Analistas B, afinal foram quase 76% de aumento. Repito, pesquise os editais de concursos públicos de 2008 a 2010 e perceberá que o salário de Analista hoje, sem sombras de dúvida, é um dos melhores do Brasil. Eu fiz a pesquisa e se vc informar seu email eu mando o gráfico para vc analisar e tirar suas conclusões. Concordo em genero, número e grau com a maioria dos colegas que aqui fizeram seu comentário para que nos unamos pois a divisão é ruim para todos. Ao colega Waldo peço desculpas públicas se fui grosseiro com ele.
Relaxa Flávio. Estamos debatendo ideias. Em nenhum comentário meu vc viu eu falando contra assistente ou pesquisadores, sabe pq? pq acho q somos todos empregados, todos devem ganhar mais, diminuir a diferença entre os cargos e aumentar os salarios e os intertícios, enfim, quero que todos ganhem, mas não aceito uma proposta que diminue proporcionalidade entre salarios…~isso não é aceitável. Acho que assitente deve ganha 45 % e 40% do que um pesquisador A ganha. E no ano que vem, no ACT, quando aumentar o salario do pesquisador, todos os outros aumentam…na mesma proporção.
Flávio,
Então você deve ter pesquisado o concurso para TNS II(Atual Analista B) de 2001 e notado que o salário da época era também um dos melhores.
O problema é que os infelizes entraram no final da carreira e depois foram “punidos” por isso. Se você observar o concurso de 2003, havia o PIOR salário para analistas do Brasil, e ainda assim uma porção de gente prestou o concurso. Gente boa entrando, mas querendo sair…Pra corrigir a Embrapa usou da tática da roupa velha reformada com tecido novo, parafraseando o sábio Jesus Cristo. Tudo foi reformado, mas onde ninguém ia ver, só deram uma soprada na poeirinha.
O resto tá novo e até melhor. Quem ganhava menos do que eu hoje ganha mais do que o dobro. Dei azar de estar nas axilas. Eu seriamente não penso em continuar na Embrapa apesar de gostar muito.
Também não fiquei satisfeito com posicionamento do Sinpaf junto ao ACT 2011/2012. Mas não requeri o meu desfiliamento. Não vejo tal ação como meio de mostrar meu descontentamento. Espero, com urbanidade, que os colegas analistas repensem sobre a atual situação, pois a nossa “Patroa” ainda não se pronunciou. Vamos deixar a “briga”, assistentes e analistas, todos juntos, para depois do pronunciamento da Embrapa para assim, conseguirmos os objetivos intrínsecos de cada categoria.
Mas gostaria de lembrar que, a nossa briga como assistentes, é de valorização e melhores condições de trabalho, o que é público e notório.
Como dizia minha mãe, quem não chora não mama!!! Nós assistentes não choramos quando ganhamos apenas 30% de aumento ou quando foi criada uma cláusula proibindo assistentes de terem seus nomes publicados em trabalhos. Assistente não tem direito a titulação, a estudar graduação ou pós… Será que só outros podem pleitear melhoria na sua condição de vida profissional??? Porque um assistente de roça “assistente C” não pode estudar a eng. agrônomo e chegar ao topo profissional??? O argumento é… Todos serão nível máximo e não haverá quem prestar direito seus serviços braçais… Mas eu discordo desta opinião, pois basta raciocinar o seguinte, os analistas quando conseguem estudar uma pós-graduação falam que estão agregando valor ao seu ofício, logo, um assistente não pode também agregar valor ao seu trabalho?
Eu defendo melhorias para todos… Pesquisador aqui no Brasil ganha muito maLLL, merecia ganhar o dobro, vocês meus amigos analistas deviam ganhar mais também, pois estudaram para estar onde estão e nós assistentes devíamos ganhar também muito bem, pois somos os braços primordiais do surgimento de uma tecnologia, que surgiu da cabeça de um grande pesquisador, melhorada por técnicas de um grande analista e executada por um humilde assistente que leva poeira, chuva, sol do meio dia e agrotóxico…
vc disse td silvio, parabens, enfim algo de bom para nos assistentes, deve chegar, ( se deixarem!!!!!!)
em 2008 os assistentes ficaram a ver navios. Bem sabemos que em muitos casos o que separa trabalho de analista e assistente é o papel, pois as atividades se equiparam no “vamos ver” e as competências adquiridas se igualam. Creio que temos que parar e refletir a verdade dos fatos, quem evoluiu profissionalmente e mostrou trabalho ao longo dos anos na Embrapa merece reconhecimento, como já citei em outro comentário, o restante é “narcisismo profissional”
Não se trata de estabecer uma guerra entre analistas e assistentes. A questão é que valorizar um cargo não exige necessariamente a desvalorização de outro. É o que está acontecendo.
Além disso, a extinção do cargo de analista e a junção de todos em técnicos de apoio à pesquisa é absurda e vai de encontro aos postulados de quem prestou concurso público. É legítimo, válido e necessário que os assistentes sema valorizados e que tenham possibilidades de promoção e incentivo ao estudo. Mas é inconcebível que isso requeira prejuízos diretos para os analistas. É possível criar a nova categoria de técnico, com todas promoções e reajustes e manter a categoria dos analistas, com ajustes também proporcionais.
Cabe ao Sinpaf fazer essa articulação. Da forma que está, tem muita gente insatisfeita.
O que o Sinpaf propõe através deste PCE é uma artimanha inconstitucional para burlar o concurso público.
Sugiro ao sindicato que reflita e que não puxe o gatilho contra a própria cabeça, pois isso vai gerar uma ADIN, certamente, se aprovado. A referida proposta é utópica, surreal e inconstitucional.
Não proponho a extinção do cargo de Analista, contudo na suposição de que lá na frente o Congresso Nacional aprove a possibilidade de ascenção, via concurso público interno, então a proposta ora discutida passa a ser viável. Ademais, existem uma série de ADIs sobre o tema, algumas conclusas, outras com votos divergentes.
A minha preocupação é com a Embrapa, se podemos subir até o topo da tabela, iremos ter muitos Operarios Rurais com doutorado na empresa insatisfeito, esperando completar o tempo de serviço, trabalhando forçadamente. mencionei o cargo como exemplo.
Esclareço que a proposta nº 1 só foi encaminhada daquela maneira para atender ao interesse da base que entendia ser prejudicada pois o vigente PCE nos diz que na empresa existem duas carreiras e três cargos.
A grande maioria dos assistentes reivindicavam que houvesse um trabalho no sentido de que fosse possivel a promoção de Ass. C/B, de B/A e de Ass. A/ Analista B e assim sucessivamente. Ocorre que santo de casa não faz milagre, e a nossa opinião nunca fora ouvida pela base.
Contrariamente à nossa vontade encaminhamos a proposta pois deliberada pela categoria através das propostas encaminhadas para a comissão do Sinpaf. Nosso entendimento é de que o pleito é impossível, ou seja, não há possibilidade jurídica e administrativa para que haja na Embrapa carreira unica para os ocupantes da carreira de apoio.
Com essa tentativa frustada, esperamos cessar a discussão em torno dessa ansiedade por parte doa assistentes. Sobre a origem das sugestões não há identificação generalizada das sugestões que permitam identificá-las por categorias e sim são identificadas por seção sindical, uma minoria veio identificada por categoria.
Mário Ângelo de Faria, membro da comissão paritária de negociação do PCE.
Participei de várias plenárias e o Mário Ângelo de Faria foi muito bem na sua citação, atropelar a Constituição é perda de tempo, vamos lutar por melhores salários dentro do possível, não vamos nos iludir e perder tempo. A tabela do CPATU será bem proveitosa, Parabens colegas do CPATU…..
Prezado Mário A. Faria
“Nosso entendimento é de que o pleito é impossível??”
E no tocante a titularidade e criação de subniveis?
Oi Paulo.
Precissavamos encaminhar assim para por um ponto final neste assunto.
Tem alguns ditados que versam sobre isso:
“Santo de casa não faz milagre” , “Em casa de ferreiro o espeto às vezes é de pau” e assim por diante.
Sou apenas graduado em Direito e por mais de 6 anos venho dizendo da impossibilidade deste pedido da base.
Ocorre que o PCE vigente deixa margem para acreditar nessa possibilidade ao dizer que a embrapa tem duas carreiras,
Uma das intenções é corrigir tudo isso a fim de não deixarmos margens para essas interpretações.
Em breve verão a versão final do doc e sairão todos conformados e felizes, espero.
Mário
Prezado Mário
Vamos verificar, discutir e avaliara versão final do doc..
Obrigado pela atenção e desejo sucesso na empreitada como dirigente do sinpaf
Atenciosamente
Paulo
O pleito de quem é impossível?
isso significa que fazer essa revisão do PCE foi uma grande perda de tempo?!!?!? se não vai dar em nada, pra que então?!??!?!
DA ONDE SAIU ESTA PROPOSTA DO SINPAF, QUEREM DESTRUIR O CARGO DE ANALISTA. DEPOIS DE CINCO ANOS COMO ASSISTENTE, EU JÁ POSSO SER ADVOGADO, CONTADOR, BLIBBLIIOTECÁRIO E ETC. ESTA EU NÃO ENTENDI.
BEM DESTA FORMA OS ANALISTAS VÃO QUERER SER PESQUISADOR.
Na leitura do PCE vigente não é possível pleitear mudança de cargo de analista para pesquisador por se tratar de carreiras distintas, agora de assistente para analista não há impedimento, embora seje uma aventura jurídica com remotas chances de vitória, aliás essas leis são aprovadas e promulgadas pelo Legislativo ou sancionadas pelo Poder Executivo. Veja essa reportagem: http://sinjur.org/lendo.asp?id=10572. Ademais, todos tem o direito de bater as portas do Judiciário, contudo deve arcar com as consequências de uma ação de duvidosa procedência como é o caso de ascensão funcional de nível médio para superior. Temos muitas leis que por vezes confundem até mesmo o legislador. Veja vc as aberrações e que por fim acabam por requerer decisão judicial: uma pessoa aprovada num concurso público, se idosa e tiver nota igual a outra não idosa, a lei garante o direito ao idoso quanto a ocupação do cargo (Lei 10.741/2003, art. 27, § único, porém quem participa do Tribunal do Juri, o CPP, art. 440 garante o direito de prevalência em caso de desempate. Na suposição de que vc jovem aprovado e tiver participado do Juri nas estradas da vida deparar com um empate num concurso público onde o idoso requerer o mesmo direito, qual será sua reação? se for eu, vou alegar inconstitucionalidade do Estatuto do Idoso e certamente que a outra parte vai contestar o art. 440 do CPP. Veja que vc ainda tem a tese estabelecida pela CF, art. 37, cpu e art. 5°, caput. inc. I). Portanto, a lei é complexa e o entendimento cabe ao Judiciário, mas ao Sinpaf cabe buscar fundamentação para aquilo que vai discutir com a Base, não podendo dizer que isso ou aquilo é inconstitucional ao seu julgo.
independente de concordar ou não com as novas propostas do PCE, uma coisa eu ainda não entendi.. se as comissões eram formadas por analistas, as sugestões foram dadas por analistas.. como que a versão final não está agradando os analistas?!?!?!? incoerente!!!
Será que foi mesmo compatibilizadas? essa é uma dúvida que paira por todos os analistas, afinal a proposta do CPATU é MUITO melhor que a compatibilizada, porque então não foi usada, na proposta do CPATU todos ganhavam no mínimo 5%, na do sindicato, os analistas A perdem 13%. Essa é uma pergunta que fazemos desde do email de sexta.
Respondo: eu fiz parte da comissão de revisão na minha unidade (CNPH). Na comissão só teve 1 (um) analista e isso porque ele é o chefe da cessão sindical da unidade; os demais eram todos assistentes e nenhum (zero) pesquisador! Na assembléia para escolher a comissão não apareceu nenhum analista se candidatando. Nenhum! Agora que a proposta tá pronta aparece um bando de atrasado pra reclamar. A maioria desses que estão reclamando aqui nem sabiam que existe sindicato, nem sabiam que assembléias acontecem em suas unidades e que todo mês de maio nós vamos pra porta da Sede da Empresa lutar pelos nossos direitos. Todo ano tem eleição pra delegado pra representar os colegas nas plenárias regionais e decidir sobre o ACT, e advinha quem se candidata pra delegado? Pesquisador? Não! Analista? Não! Assistente? Sim! A proposta do PCE está pronta e é essa aí! Agora não reclamem! Tinha que reclamar quando o assunto ainda estava sendo tratado nas unidades, mas os analistas e pesquisadores preferiram se calar!
Desculpe, meu amigo, mas eu participei dessa comissão e fizemos uma proposta melhor que não foi levada em consideração. A PROPOSTA DO CPATU É DE LONGE MELHOR QUE A DO SINPAF, DE LONGE. E temos sim o direito de reclamar. Não estamos em uma ditadura e o Sinpaf tem a obrigação de defender os nossos direitos e interesses, para isso é que ele existe.A revolta, se vc não percebeu ainda, é pq o Sinpaf fez um proposta BURRA. Não somos um bando de atrasados, somos empregados que não aceitam uma proposta traidora que parece que não foi compatibilizada, pq se tivesse sido, não seria aprovada do jeito que está.
Você que está julgando que a proposta de vocês é melhor? Ah, tá. Poxa vida! Porque você não disse logo que a proposta de vocês era melhor?
realmente eu não sei a situação das outras unidades, mas aqui na minha foram escolhidos dois representantes de cada classe.. eu faço parte da comissão dos analistas e a nossa proposta ficou muito longe do que o sindicato está propondo.. mas o pior de tudo é que não houve divulgação da versão final pela nossa seção sindical.. ficamos sabendo através das discussões das listas que estão rodando por ai..
Sim, o papel do sindicato tem sido esse mesmo, defender os seus próprios interesses e daqueles que estão mais veiculados ao movimento. Para o resto, nada! Ou vão dizer que esqueceram que no ACT 2009/2010 os pesquisadores e analistas A(obrigatoriamente dotados de titularidade)receberam aumento no seu percentual de titularidade, os assistentes receberam uma referência, e enquanto isso os analistas B ficaram de mãos abanando! Perguntei ao presidente da minha seção sindical e eles disseram que “não haviam se dado conta disso” que havia sido um erro por parte deles e que não havia como ser consertado. Em relação aos percentuais propostos no novo PCE, não discordo, mas o fato da unificação de carreiras apenas para assistentes e analistas é absurdo e incostitucional. Se os assistentes podem virar analistas, por que os analistas não podem ascender a pesquisadores? Além disso, cabe ressaltar que uma grande parcela dos atuais analistas precisou passar por concurso para virarem analistas. Como fica a situação dessas pessoas? Jogaram seu tempo e estudo fora por nada? Essa proposta é uma vergonha!
Realmente todos tiveram aumento na titularidade de 7% para 9%, de 15% para 18% e de 30% para 36%.
A letra para os assistentes foi para suprir naquele momento a impossibilidade de implantar o adicional de qualificação para os assistentes, o que parece ser possível na revisão do PCE.
Para os analistas B já existe previsão legal no PCE, que é a titularidade, e para aqueles que conseguem além da graduação está disponivel o instituto da titularidade Latu Sensu 9% e assim sucessivamente o mestrado e doutorado.
Mário Ângelo de Faria, membro da comissão paritária de negociação do PCE.
Continuação:
Para a carreira única já sabíamos da impossibilidade jurídica e isso foi apenas uma questão politica e nossa proposta 1 já é tempo passado, reiniciamos já a discussão de proposta nova em conjunto com a outra metade da comissão que representa a empresa. Aguardem e terão boas notícias em breve.
Mário Ângelo de Faria, membro da comissão paritária de negociação do PCE.
A especialização latu sensu está ai para os analistas B fazerem. Assim como os pesquisadores B (mestrado) e A (doutorado)e os anlistas A (com mestrado e doutorado, eles terão assim que terminarem os estudos a sua titularidade. A empresa deixou bem claro para todos os empregados das carreiras de nível superior que valoriza quem estuda. A exemplo o analista B passar para analista A depois de 8 anos no cargo e somente com especialização latu-sensu, comaprando-se a um analista A com, mestrado. No caso, o que difere é somente a porcentagem da titularidade (9% latu sensu e 18% mestrado). Portanto, estudem!!
É vergonhoso ver pessoas discutindo quanto o outro ganha e eles não. Se estão achando ruim o salário de vocês com este aumento proposto ou a modificação de estrutura organizacional de pessoal, então estudem e façam concursos para onde vocês acharem que serão mais valorizados, e deixem os pobres dos assistentes aqui na EMBRAPA ganhar mais um pouquinho e serem mais valorizados. Parabéns ao SINPAF por está lutando por todos nós “Pesquisadores, Analistas e Assistentes” Ou “Pesquisadores e Técnicos de Apóio à Pesquisa”.
Pela sua lógica, de recomendar que os insatisfeitos com estas possíveis mudanças, que ainda não aconteceram, a prestarem concursos para locais onde possivelmente acharem que sejam mais valorizados é mais fraca do que afirmar que os insatisfeitos com a atual situação estrutural de carreiras da EMBRAPA que prestem concurso para uma instituição que os remunere melhor. Como diz o seguinte ditado “Aos descontentes a porta que dá para a rua é a serventia da casa…”
Meus parabens ao colega Silvio Gomes
Waldo, na época da implantação da Tabela Salarial 2008 tb achava que a Embrapa daria tratamento mais coerente e não de tamanha desproporção. Se vc já era empregado da Embrapa em 2006, quando da implantação do PCE, os Analistas e Assistentes A obtiveram ganhos de quase 50% de aumento. Portanto, por medida de justiça, os colegas analistas não poderiam estar tão revoltado assim com o Sinpaf, inclusive a ponto de alguns da informática proclamarem a desfiliação do Sinpaf. Vc acha isso justo ?. Lá atrás não me desfilei por causa do não percebimento de aumento que eu julgava merecer. Gente, todos os colegas da Embrapa, sejam analistas, pesquisadores e assistentes que tem mais de 20 anos de casa, estão com os salários, repito salário base, defasados em relação aos colegas com menos de 5 anos de casa. Isso é fato. Agora, como corrigir tais distorções é uma incognita a ser negociada entre nós embrapianos quanto formos chamado pela Embrapa e Sinpaf. Sobre a transposição de cargos isso de fato é vedado pela CF, contudo isso não é unanime na jurisprudencia (leiam ADI 3857 no site do STF e a Súmula 685). Alfim, vamos esperar a proposta da Embrapa para então juntos estudar e aprovar uma proposta que atenda aos anseios de todos.
O QUE NÃO CONOCRDAMOS É QUE O SINPAF QUEIRA DIMINUIR NOSSO SALÁRIO, esse é o papel da Embrapa, jamais do Sindicato. Perceba que se a proposta não tivesse abordado a PROPORCIONALIDADE, isso tudo não teria acontecido, mas o Sinpaf propos o aumento e depois a proporcionalidade. Você entendeu pq a revolta dos analistas? pq o Sinpaf propos uma PROPORCIONALIDADE menor que é praticada pela Embrapa. O Sinpaf propos uma PROPORCIONALIDADE MENOR QUE A EMPRESA PAGA, ISSO É REDUÇÃO DE SALÁRIO…
Você está generalizando o ganho dos Analistas. O que houve foi uma eliminação dos TNS-I, que passaram a ser TNS-II automaticamente. Quem era TNS-II perto do final das “letras”, meu caso, não ganhou um centavo a mais. Pior, se deu mal em 2008.
É muito bom saber que temos um Sindicado determinado…, Parabéns pelas iniciativas, estou com vocës SINPAF.
Mais uma vez o Sindicato está mostrando a incompetência na defesa dos empregados da Embrapa. A desfiliação em massa está cada vez mais próxima. É lamentável.
Vá em frente! Quem faz greve todo ano mesmo são os assistentes…
Quintino, de fato o Sinpaf pecou em não ampliar a discussão o que acabou por gerar toda essa celeuma. A proposta do CPATU tinha que ser repassada aos colegas das Unidades assim como os estudos elaborados por outras Unidades para que assim, democraticamente fosse construída uma proposta que atendesse os anseios dos pesquisadores, analistas e assistentes. Entendo que desfiliar não é a solução para a busca de solução, ao contrário, se vc não é filiado, no meu entendimento, nas discussões do PCE e votação o não filiado apesar de ser empregado/a da Embrapa não pode participar. Para suprimir esse entendimento é importante que o Sindicato busque imediatamente respaldo jurídico posto que não é justo vc ser filiado e lutar mas ao final numa Assembléia os não filiados somam votos que derrote os votos dos filiados. Wilson, não se desfilie, pois como filiado vc pode cobrar, ser ouvido etc etc.
Desculpe, na parte final do texto onde se lê “Wilson” leia-se “Quintino”
Prezados,
Deveria ser feito uma curva salarial em cada carreira, para corrigir as distorções internas, e ao mesmo tempo, elevar a média salarial de cada carreira. Se avaliarmos o salario praticado em cada carreira em relação ao tempo de empresa, iremos perceber que há uma grande distorção salarial entre vários empregados na mesma carreira e com o mesmo tempo de casa.Por exemplo: se o salário inicial é 1000 e o final 5000, e nós temos 100 empregados, sendo que 50 estão recebendo abaixo da média em relação ao tempo de empresa e alguns estão recebendo acima da média, poderemos corrigir o salário destes 50 que estão fora para enquadrá-los dentro da média. O resultado será a elevação da média e consequentemente a correção das distorções salariais, ou seja, todos ganham. Pensem nisso! Obs. Aos interessados, disponho de um estudo que exemplifica o que estou falando.
Luciano
Embrapa Cerrados
Parabéns à iniciativa corajosa do Sinpaf de buscar melhorias para a condição dos Assistentes.É preciso propiciar salários dignos de nossas responsabilidades , trabalalhos muitas vezes insalubres por anos a fio de dedicação.
Em outra ocasião os Analistas foram tremendamente beneficiados, e os Assistentes só “assistiram”.
Quem tem mais muitas vezes quer mais ainda, e não aceita que os menos afortunados melhorem em um índice um pouco melhor.
Segurem a ganância e pobreza de espírito.
É o braço do Assistente que alavanca a parte laborativa da pesquisa.É a parcela Embrapiana menos agraciada historicamente por quaisquer benefícios.É portanto questão de justiça melhorar a condição e oferecer horizonte de melhorias para o Assistente SIM SENHOR!
todos os empregados devem estar focados no aumento pra todos. A proposta do CPATU aumento o salario de todos, sem diminuir nenhuma categoria. Temos que parar de prejudicar a carreira dos outros. Os analistas simplesmente não quererem ser prejudicados. No passado, quando algumas categorias foram prejudicadas, cabia ao Sinpaf não deixar, em vz disso, ele foi omisso. Atualmente não cabe prejudicar ninguem, afinal todos saomos empregados da mesma empresa e devemos ser tratados igualmente…nunca desmerecido por quem tem a obrigação de nos defender: o Sinpaf.
É difícil mesmo botar na cabeça desse povo que durante anos os mais prejudicados nas negociações salariais foram os assistentes! O estudo do Dieese está aí para provar. O que o sindicato quer é recuperar essa defasagem e, óbvio, para isso acontecer quem tem que ganhar mais agora foi justamente quem mais perdeu.
Descupe-me, mas o mais intransigente nestes comentários parece ser vc. Não ha necessidade disso, mas se vc quiser, não há problema nenhum: a proposta do CPATU é melhor pq pede aumento para todos em maior percentual, basta olhar e entender ela, que parece que vc não tem a capacidade de entender o que está acontecendo aqui e só faz críticas descabidas e sem fundamentos. De vz enquando é bom ficar calado para não desrespeitar as pessoas, afinal quem fala o que quer escuta o que não quer.
COMPANHEIROS DO SINPAF. Gostaria muito que desta vez, nós Assistentes, fossemos reconhecidos, uma vez no PCE anterior, regredimos nas referências eu tinha (/Assist.B 020 e passei para Assist B 015), mesmo tendo nível superior. Aguardo com carinho o resultado de todo o esforço do SINPAF. ABRAÇOS. ZILMAR.
No meu julgo, o descontentamento em relação ao Sinpaf (diretoria nacional e comissão) quanto a maneira conduzida sobre o PCE é válida em termos, posto que foi aberta a discussão a categoria e se alguma Seção Sindical não o fez de forma mais ampliada junto as Bases, paciência. O fato não está consumado, temos tempo para discuti-lo, afinal a Embrapa vai apresentar a sua versão e então vamos debruçar sobre as duas propostas e apresentar a sugestão da Base. Lendo a proposta do Sinpaf, não visualizei diminuição de salário, aliás se isso vier existir será considerado incostitucional. Tanto a Embrapa quanto o Sinpaf não permitiriam que isso acontecesse.
Prezado Flávio,
Realmente não há uma diminuição salarial, mas o que ocorreu foi uma diminuição do percentual aplicado em cada salário em relação ao salário “referência”. Tanto que na tabela atual, temos o salário de pesquisador A, como sendo 100% (referência), o pesquisador B 86%, analista A 85%, analista B 73%, assistente A 37%, assistente B 24% e assistente C 15% em relação ao maior salário (pesquisador A). Com a nova proposta que está sendo apresentada, apesar de aumento do valor de referência, temos um diminuição dos percentuais aplicados, passando de 86% para 85% (pesquisador B), de 85% para 72% (analista A), de 73% para 71% (analista B). No caso dos assistentes, há um ganho neste percentual com a nova proposta, passando de 37% para 43% (assistente A), de 24% para 30% (assistente B) e de 15% para 21% (assistente C), o que é ótimo neste caso. Mas porquê não corrigir estes percentuais aumentando os atuais patamares para todos os cargos (veja contextualização proposta pelos colegas do CPATU), daí o descontentamento dos analistas e com razão. Temos que buscar ganhos para todos, e o que estão fazendo, desfavorece muitos companheiros. Um grande abraço.
Obs.: se quiser entre em contato que te envio o documento do CPATU.
Luciano
Embrapa Cerrados
Engraçado que quando o DIEESE publicou o estudo mostrando a defasagem salarial dos empregados da Embrapa nos últimos anos e que provou que os assistentes foram os mais prejudicados com defasagem da ordem de 23%, não vi nenhum analista e/ou pesquisador reclamando disso na greve de 2011. Agora que o sindicato procura recuperar a defasagem, buscando um aumento maior para os assistentes, aparece analista de tudo quanto é canto pra reclamar e aí se lembram que o sindicato existe. Ah como eu queria ver todo esse calor e paixão em defender seus salários e benefícios lá no portão da Sede todo ano nos meses de maio… como eu queria…mas é uma pena… nunca vejo analista fazendo greve e reclamando de salário…porque será?
Meu amigo, na proposta do CPATU o aumento para o Assistente é MAIOR do que o Sinpaf quer…OLHE A PROPOSTA DO CPATU antes de criticar.
Waldo, de fato a proposta do CPATU é melhor. Pelo que li e interpretei ela assemelha, salvo melhor juízo, a regra que é pratica as carreiras de Estado, quer seja o subsído, p.ex. um desembargador recebe X% daquilo que recebe o ministro do STF; os vereadores e deputados recebem X% daquilo que é deferido aos Deputados Federais e Senadores. Enfim, a proposta merece ser discutida sim pela categoria.
Isso Flávio. Na proposta, todos os cargos teriam uma proporcionalidade. Com este vínculo, o Sinpaf, no ACT corriria atrás do salário do Pesquisador A e os outros salários sairiam no automático. Vale ressaltar que o Sinpaf propos uma proporcionalidade, entretanto, essa proporcionalidade é menor que a que existe atualmente e é menor que a proposta do CPATU. O pior é que o Sinpaf não está aceitando o erro. Tenta justificar o injustificável, utilizando argumentos tipo fui voto vencido, a base pediu, etc… Tudo acabaria se houvesse humildade em aceitar que errou ao solicitar uma proporção menor que a atual. Detalhe importante que foi falado qdo começamos a repudiar a proposta: SÓ VCS ESTÃO RECLAMANDO…só nós? todo os analistas do Brasil estão indignados, indifere se são ou não filiados, até pq o Sinpaf tem o DEVER legal de representar a nossa categoria. Eu sou sindicalizado, participei da comissão e não aceito a proposta do Sinpaf.
Prezado Ricardo, engano seu que analista não faz greve ou reclama do salário. Eu, que nem filiada sou ao Sinpaf, faço greve sim, se precisar, e sempre apóio o Sindicato nestas questões.
meu email é: flavio.jsouza@bol.com.br
Não entendo a rebeldia dos Analistas. Gente, com todo respeito a todos os colegas embrapianos, seja qual for o cargo, mas convenhamos que na Tabela Salarial de 2008 os Analistas B em início de carreira obtiveram um ganho aproximado de 76% (sairam de AB01 R$ 2.908,58 p/ R$ 5.132,14), enquanto aqueles em final da tabela ou no meio dela, tiveram ganho mínimo (Analista B AB15 de R$ 4.613,48 p/ AB06 R$ 5.891,99, no caso, ganho de 27,72%). Os pesquisadores A foi o que menor aumento tiveram em início de carreira (Pesquisador A PA01 de R$ 5.078,83 p/ R$ 6.999,96, ganho de 37,82%). Os demais cargos obtiveram em média 41%. Consultem os editais de concursos públicos da Adm. Direta e Indireta e verão que os salários de Analistas da Embrapa é um dos mais atrativos do Brasil. Sem rancor e ressentimentos, deveriam os analistas cederem um pouco em prol daqueles que não obtiveram grandes ganhos em 2008. A vida não é só ganhar, mas tb ceder em prol dos outros, não acham?. Eu tenho 22 anos de Embrapa e tive um ganho de menos de 7%.
Ceder?Somos todos embrapianos, o Sinpaf é que deveria lutar por todos iguais. É uma vergonha o Sindicato achar que pode pedir menos para um categoria em prol da outra…A Embrapa trata melhor os analistas do que o próprio Sinpaf. Vc ganhou só 7? tb tá errado, todos temos que ganhar, ganhar…esse é o papel de um Sindicato, brigar pela base e a base não aceita a proposta, então, não cabe o Sinpaf retrucar, ele representa a base…somos a base. Não quer representar? então não entra no movimento sindical.
Sabes porque a Embrapa trata melhor os analistas? pelo corporativismo da Sede, onde quase todos são analistas.
Vê se na comissão de negociação anual a Embrapa coloca algum assistente para representá-la.
Geraldo, se neste PCE o Sindicato não se articular politicamente vai ser a mesma novela de 2008, espere pra ver o “tratoramente”.
A questão não é de salário, a reclamação não é pura neste sentido, mas sim a extinsão do cargo, a desvalorização da categoria, e a confusão criada com a proposta de uma única carreira que mistura profissionais de ensino fundamental e de nivel superior com mestrado. Neste sentido a proposta do SINPAF é extremamente infeliz.
Desde que esse profissional de ensino fundamental consiga chegar ao nível superior e qualificar-se com mestrado e preencher os requisitos para ascenção, e desde que não seja inconstitucional, qual é o problema?
Geraldo, sou Assistente e posso até concordar com a proposta contudo o lapso temporal tem que ser mais elastecido, quem sabe 15 anos, senão uma pessoa presta concurso para assistente onde o nível de conhecimento exigido é menor que aquele do analista e depois de 5 anos requer o enquadramento. Essa lógica é errada e assiste razão aos analistas. Veja vc as incoerências contidas no PCE/2006: um analista B ingressa como graduação e pode chegar a analista B sem mestrado e sem exigência de curso de inglês bastando 8 anos de Embrapa, na outra vertente, o analista A precisa ter mestrado e domínio em inglês. E mais: o que é “degrau na carreira”, pois se for cargo então pelo PCE pode sim um Assistente pleitear movimentação para analista, afinal trata-se da mesma carreira, porém cargos diferentes. Repito, o que não pode, segundo a lei, é a movimentação entre carreiras, no caso de analista para pesquisador, pois aqui a carreira é distinta. Se hoje, como se ventila, que a Embrapa sugere quatro carreiras então já perceberam a inconstitucionalidade praticada lá em 2006. Se eu estiver equivocado, perdão.
Prezado Flávio, as condições tem que serem discutidas para ascenção, mas não é nós empregados que vamos emperrar, temos que ver a proposta da Embrapa e negociar. Se for 5 anos que seja, se for 10 tanto faz, não vamos morrer por antecedência. Mas o que não concordo é essa briga de pura vaidade, pois todos estamos carecas de saber que ao longo dos anos na empresa os assistentes, na grande maioria das vezes, tem suas atribuições na prática iguais aos atuais analistas.TEMOS QUE SER UMA CATEGORIA ÚNICA, SEM VAIDADES.
Prezado Flavio, é exatamente isso que você explicou, mas só não concordo quando diz que os analistas precisam ceder. Eles não estão cedendo quando aceitam a proposta do sindicato porque há reajuste salarial com a nova tabela. Eles estão ganhando. O que cheira aqui é o medo dos analistas de fazerem uma só carreira com os hoje assistentes. Não sei o porquê. Se há um impeditivo constitucional que proiba o assistente a chegar a analista, o que eles ganham ou perdem com isso. Se há fundamentação legal para que o assistente possa chegar a ser analista, o que eles ganham ou perdem com isso? Ao meu ver seria muito gratificante ver um colega crescendo na empresa pelos próprios esforços. Mas porque parte dos analistas não querem ver assim? O que há de tão especial em ser analista para que eles não queiram que outros cheguem ao “status quo” deles?
Quem mora em Brasília poderia consultar a Camara Legislativa para ver o projeto de lei que institui mudança de cargo de nível médio para superior (Jornal de Brasília, Ano 39, n° 12633, 30/09/2010). É importante tb verificar o Plano de Cargos da Policia Rod. Federal e Federal pois lá os cargos de nível médio foram transformados para nível superior lá pelos idos de 2003/2004, logo é preciso verificar como ficou a situação de quem era nível médio após a transformação do cargo. Outra coisa, no Congresso Nacional e no Judiciário aqueles pessoas de nível elementar passaram a cargos de nível intermediário (segundo grau) e isso não foi considerado inconstitucional pela Justiça e então porque a Embrapa insiste em não enquadrar assistente “B” para “A” se apartir de 2007 ele realiza concurso para administrativos e laboratórios já exigindo nível médio? Os assistentes devem contratar uma banca juridica e ingressar com uma ação exigindo o enquadramento retroativo a data de implantação do PCE/2006. Vamos sinpaf agilizar a ação…
Ricardo, sabe porque não concordo que assistente chegue a analista? porque os assistentes fizeram um concurso de assistentes, menos elaborado e mais fácil do que um concurso para analista. Não é justo que assistentes, sem concurso sejam analistas, que fizeram um dificilmo concurso (com perguntas de nível superior) para entrarem na empresa. Só por isso. Querem ser analistas? façam o concurso e passem!! Nada contra os assistentes ganharem bem e tb. serem reconhecidos. na Embrapa Analista B para ser Analista A, precisa ter latu-sensu ou mestrado (strictu sensu), ou seja não galga postos sem ter estudado. abraços.
Eliana, pelas discussões travadas parece pacificado que a contrariedade dos analistas rside no fato da unificação do cargo de analista com assistente. Neste caso, hoje a lei veda tal permissão, contudo existem projetos de lei versando sobre o assunto, mas isso é coisa para o futuro, logo não podemos ficar perdendo tempo com essa discussão, no meu julgo, estéril. Mas no seu comentário visualizei uma contradição, senão vejamos: um analista B ingressa na Embrapa apenas com graduação, porém pode chegar a analista A, desde que possua especialização latu-sensu e 8 anos de casa. Ora, se o certame exige mestrado e domínio da língua inglesa para ingresso do Analista A, vc não acha incoerente essa movimentação? explico: a depender do número de vagas e o grau de dificuldade das provas é preferível vc prestar concurso para Analista B e esperar completar o período e ser transposto para o cargo de Analista A. Enquanto isso eu posso ir prestando concurso para Analista A e estudando inglês caso eu ainda não tenho. No meu entendimento o tempo de casa para movimentação de Analista B para A deve ser elastecido na revisão do PCE.
Sr. Flávio,
O que eu não entendo são:
1- Pq o SINPAF briga pela carreira unica possibilitando o assistente ser analista e não o assistente ser pesquisador??
2- Pq o SINPAF não coloca no site o documento enviado para a Embrapa, o oficial??
3- Quais foram os paradigmas utilizados para fazer o documento final??
Sr. Flavio, tudo eh a forma de “falar” e até mesmo a forma de “tratar o cliente”. Veja, liguei uma vez para vcs e fui informada que tudo era mentira. Ora, o que era “tudo” ???
Quando vcs falam que tivemos um aumento antes… foi dado pela empresa, nao foi isso?? Vcs entraram em contato com a empresa para saber o pq disso??? Ora, e é por essa razão que não podemos e nao devemos ter mais aumento??
Veja esse comentario ” .., entramos em contato com a diretoria Nacional para repudiar tal proposta, entretanto foi contra argumentado que “todos os empregado receberiam aumento. Os analistas receberiam menos por terem sido contemplados em 2009”.
Essa eh a proposta do SINPAF?? Acho que deveria ter tratamento igual, nao acha??
Volto a falar… tudo é a forma de “falar”… O SINPAF tem um papel muito importante mas, na minha opinião, pecam na questão de “comunicação e tratamento com o cliente externo”.
Bem, apenas a minha opinião…
Maria Sofia, boa-tarde,
desconheço no Brasil órgão público que tenha apenas uma carreira. Isso é impossível, embora alguns países a tenha, como é o caso dos EUA. Concordo com vc, o Sinpaf deve publicar sim documentos de interesse da categoria, inclusive o PCE. Os paradigmas utilizados não sei, visto que não participei da Comissão, aliás aqui em Rondônia sequer houve discussão interna do PCE. Não pertenço a Diretoria Nacional, mas se fosse, tenha certeza de que minha posição seria pela divulgação dos documentos e total atendimento aos pleitos dirigidos ao Sinpaf. Quanto ao aumento, de fato foi dado pela Embrapa, porém a insatisfação não foi somente minha na qualidade de Assistente, mas tb de Analistas e Pesquisadores (Folha da Embrapa, Ano XVIII, n° 134, fev/2010, p.5; Folha da Embrapa, Ano XVII, Jan/2009, p.6). Portanto, lá em dez/2008, vc há de concordar que o aumento para os Analistas B, em início de carreira foi muito maior que os deferidos aos outros cargos em início de carreira, e por outro lado, quem estava no final da carreira, seja qual for o cargo, o aumento foi irrisório. Perceba que tem pessoas com 30 anos de casa e teve aumento menor que 10%. É justo? depende do ponto de vista de cada um, não acha?. Não sou inimigo dos analistas, somente gostaria que a Embrapa corrigisse distorções de analistas, pesquisadores e assistentes sem que isso provocasse a ira daqueles que obtiveram bom ganho lá em dez/2008. Esses ajustes podem ser proporcional de forma que não fixe novamente injustiças. Diz a bíblia (Mateus, 10:36) “Assim, os inimigos do serão os de sua própria casa”, contudo não penso assim.
Cabe ressaltar que um grande número de analistas em quase todas as Unidades está insatisfeito com as mudanças encabeçadas pelo SINFAF da forma que estão configuradas.
Em relação a unificação do cargo assiste razão aos Analistas, agora quanto ao aumento salarial creio ser injustificada a insatisfação salvo no caso dos Analistas B e A que estavam na Embrapa há mais de 15 anos a época da implantação da Tabela Salarial de 2008. Gente, no Judiciário (TRF´s e STF) um Analista tem salário semelhante ao da Embrapa, no DNPM, Funai, Dnit, Ibama, Incra, Codevasf, Ibge etc etc por vezes o salário chega a ser menor. Não quero dizer, perdoem, que o analista não deva ganhar mais ou menos, ao contrário devemos todos trabalhar no sentido de eliminar as distorções criadas até o momento e a partir de agora não permitir a instalação de disparidades salariais gritantes, seja qual for o cargo. No meu entendimento, os pesquisadores deveriam ser mais valorizados, inclusive merecer o mesmo tratamento salarial a que é deferido a um Delegado de Policia Federal, Técnico do MPOG e da Receita Federal entre outras carreiras de Estado.
Senhores dirigentes, está prevista a extinção do cargo de ANALISTA? Esse assunto está circulando entre os analistas e não representa o nosso interesse. Aguardo informações. Marilaine. Embrapa Cerrados.
Não, somente a mudança do nome. Analista A = Técnico de Apoio à pesquisa A; Analista B = técnico de apoio à pesquisa B. Na proposta do sindicato ainda há um aumento salarial.
Prezado Srs. Presindente,
Conforme ultima conversa com o Sr. Presidente Administrativo, gostaria de saber se os documentos listados no site
http://migre.me/66Z4y são veridicos.
Gostaria de receber essa informação, de preferencia, via email.
Prezados Companheiros,
Só um comentário sobre Estrutura de carreiras (atualmente pesquisador, analista e assistentes)
Veja o PCE e verás que a estrutura já é de Pesquisa e Apoio a Pesquisa e Desenvolvimento, o que ela vai reestruturar são os cargos de analistas e assistentes que são da mesma carreira, informo-lhes que Pesquisador é outra estrutura e outro cargo dentro da empresa. Portanto, a Embrapa tem apenas duas carreiras.
Obrigada pela oportunidade.
Rosilene Gutierrez
Embrapa Pantanal
A proposta apresentada pelo Sinpaf não reflete os anseios da base. Os analistas da Embrapa estão se mobilizando para solicitar a mudança da comissão que insiste em pedir redução de salários para os analistas e os pesquisadores B. Esta notícia não reflete a realidade.
Não pode haver redução salarial! É lei!
Ricardo, observe melhor a proposta do Sinpaf
Ninguém está propondo redução de salário.
No momento em que a proposta reduz a proporcionalidade, há redução proporcional de salários. Talvez vc não tenha entendido a mecânica prejudicial da proposta do Sinpaf. Você é quem deveria observar melhor a proposta e olhar a proporcionalidade.
Meu caro, não vejo problema na diminuição da diferença entre os maiores e menores salários. Somente assim, consegue-se uma situação de equidade social. Questões maiores estão em jogo. Raquel, analista.
Olhe a tabela proposta pelo sindicato com a tabela atual. É difícil perceber o ganho?
Olhe a tabela proposta pelo SINPAF com a tabela atual. É difícil perceber o ganho?
Quem disse que haveria redução foi o Waldo Baleixe, não eu!
Ricardo, me dá seu email que eu vou mandar um documento que explica pq há redução de salarios de todos. A proposta do Sinpaf cria uma proporcionalidade menor que a Embrapa paga e isso é redução de salários. Muita gente ainda não percebeu o resultado prejudicial da proposta. Me de seu e-mail que eu mando o documento e vc entenderá o q está acontecendo.
ricardolvribeiro@gmail.com
Favor não esquecerem dos “Anestesiados” do Governo Collor, fomos enquadrados no início de carreira depois de 14 anos de trabalho.
Desconheço órgão que misture em uma só carreira Nível Médio e Nível Superior. Ou se faz concurso para seguir carreira em um nível ou no outro. Os analistas rejeitam veementemente a proposta do Sindicato.
Mas existe Paulo, contudo não sei como vai ser resolvido o imbroglio. Veja o caso da Polícia Federal, Receita Federal e Polícia Rodoviária Federal, onde cargos de nível médio foram extintos vindo ser transformados em nível superior, exigindo, pois a escolaridade de nível superior para ingresso no cargo/carreira. Leia isso: http://www.conjur.com.br/2011-jun-10/pgr-questiona-mudanca-criterio-ingressar-cargos-receita
Leia no sitio do STF: http://www.stf.jus.br/portal/peticaoInicial/verPeticaoInicial.asp?base=ADIN&s1=4616&processo=4616. Note que sequer foi deferido medida liminar.
Gostei muito justa esta pauta, pois os assistente b e c o inicial não chega a 1.800 reais…
“a elevação do salário-base, especialmente dos menores salários (assistentes), aproximando-os do salário mínimo nacional (Dieese), é de R$ 2,5 mil”.
Atenciosamente
Paulo
Boa iniciativa de divulgar as atas das reuniões!
Sugiro aos dirigentes de base acompanhar de perto a negociação e preparar os trabalhadores para a necessidade de mobilizações, conforme andamento da comissão! Temos muita coisa em jogo nesta discussão!!!!
Sinpaf na luta!!!
COMPANHEIROS DIRETORES NACIONAIS DO SINPAF COMPONENTES DA COMISSÃO PARITARIA DO PCS REPRESENTANDO OS TRABALHADORES. PARABENS PELO EMPENHO, DEDICAÇÃO E COMPROMISSO. UM GRANDE ABRAÇO.